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terça-feira, 16 de junho de 2015

"Luz e Sombras", Anne Bishop

A minha opinião sobre o segundo volume da trilogia "Os Pilares do Mundo", de Anne Bishop, é suspeita. Muito. Adorei conhecer este universo e "Luz e Sombras" veio destacar as particularidades que tanto me atraíram.
AVISO: SPOILERS AO PRIMEIRO LIVRO VÃO ESTAR PRESENTES
 NOS PRÓXIMOS PARÁGRAFOS!
Neste volume conhecemos melhor os Fae do ocidente, que têm uma mentalidade diferente dos irmãos das outras regiões. Somos também aproximados de personagens já conhecidas, como o Bardo e a Musa, que viajam para alertar sobre o perigo que os portadores de magia correm, e Ashk, a Senhora da Floresta, que tem um papel mais vincado. Da mesma forma conhecemos personagens novas bem promissoras, como o jovem Barão Liam e a meia-irmã, Breanna, ou Padrick.
O Inquisidor-Mor pode ter saído fragilizado em "Os Pilares do Mundo", mas mantém a crueldade que o caracteriza ao ponto de todas as mulheres puderem ser vítimas de novas formas de "controlo" desenvolvidas pelos Mantos Negros. É que as mulheres, pelos vistos, têm de ser "mantidas no seu lugar", segundo Adolfo...

Neste livro, a noção de luz e sombra, de vida e morte está sempre presente. Concede mais explicações sobre os habitantes do universo criado pela autora; mantém o tom de perigo, mas achei que traz poucos desenvolvimentos para a história em si, não que tal seja negativo. É o recuperar de fôlego do primeiro livro e o aquecimento para o último volume. Deixou as minhas expectativas muito elevadas para o próximo...
No livro mantém-se também a preocupação que tem sido demonstrada acerca do papel da mulher na sociedade e do respeito pelas forças da Natureza. Notei também uma melhoria em relação às personagens, com Lucien e Diana, os egoístas, postos de lado por agora.. Senti-me próxima da maioria, já que se notavam as suas emoções, como a melancolia e a solidão de Morag, a impetuosidade de Breana, a força perigosa de Ashk, e há situações - e relações - ternurentas.
Foi um livro que encheu as medidas e espero gostar tanto do último.
Já leram esta trilogia?

Boas viagens à lareira!
Sinopse
 


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

"Os Pilares do Mundo", Anne Bishop


Antes de mais deixem-me avisar que tenho uma relação de amor-ódio com os romances de Anne Bishop. A sinopse pisca-me sempre o olho, acabo por comprar o primeiro da trilogia, acho piada ao mundo/reino onde a acção se desenrola, adoro a forma como a autora consegue criar uma atmosfera própria, mas as personagens não me cativam o suficiente para continuar a ler os outros livros.
Acho que é agora que tenho de me esconder atrás do muro antes de se apedrejada… Perdoem-me fãs das personagens da Anne Bishop!
Foi com algum receio que comecei a ler os "Pilares do Mundo". Ainda por cima parecia que ia encontrar algumas semelhanças com o ciclo "As Brumas de Avalon" criado pela querida Marion Zimmer Bradley – ah, que saudades da Morgaine! – já que abordava o sagrado feminino e o respeito pela natureza.
Adorei a atmosfera do livro e o universo criado, claro, mas demorei algum tempo até me entusiasmar realmente com a leitura. Primeiro não estava a ver onde é que a linha de acção iria levar. Fomos apresentados à maldade do Inquisidor-Mor, que não quer deixar nenhuma bruxa (ou nenhuma mulher) viva nesta terra e aos Fae, os Senhores que comandam forças e animais (ou melhor dizendo, uns tipos arrogantes que vivem descansados em Tir Alain e só visitam a terra para comer/ter aventuras com alguma tipa que se cruza pelo caminho e só se preocupam quando o seu adorado mundo começa a desaparecer - literalmente). E somos apresentados à querida protagonista, Ari, uma bruxa simpática que é mal vista na aldeia e teve um “crush” pelo tipo erradíssimo.
Quando Lucien, o Senhor do Fogo Fae, entrou em cena revirei muitas vezes os olhos e, pela primeira vez, adorei que existisse um triângulo amoroso. Odiei a arrogância de Lucien...
A minha personagem favorita acabou por ser a Ceifeira, uma Fae adorável que é vista pelos outros sempre com algum receio, ou não estivesse responsável por colher as almas. É uma personagem curiosa e arguta e acho que influenciou parte da minha opinião positiva do livro.
No entanto, li-o com muito gosto. Foi fantástico descobrir que ligação havia entre Fae e bruxas, ou entre outras personagens. Houve revelações que me apanharam de surpresa.
Além disso, apresenta-nos mais um Reino fantástico criado por Anne Bishop, onde ainda há quem saiba que a Mãe Terra merece ser respeitada, que somos todos filhos dela. Tem umas boas mensagens não só sobre o sagrado feminino, como até sobre ecologia. Mais uma vez a autora perpassou alguma da nossa realidade para lá, deste o desrespeito pela natureza ao desrespeito pela mulher. A mulher que no livro é apontada pelo Inquisidor como fraca, pouco inteligente, apenas um objecto a ser manuseado pelo homem; a mulher apontada como um ser dado à luxúria para tirar o homem do seu bom caminho; como um ser susceptível de ser manipulado pelo Mal. Nada que, infelizmente, não continue a ocorrer… Enfim.
Portanto, faço uma vénia a Anne Bishop pelas mensagens transmitidas no livro e pela história que me conseguiu agarrar. Esta trilogia vou ler. E talvez volte a tentar ler as outras.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

"A Casa de Gaian", Anne Bishop

E eis que li o livro final da trilogia de "Os Pilares do Mundo"! Se por um lado estou orgulhosa de finalmente ter lido uma trilogia completa da autora, por outro sinto-me triste. Não vou voltar àquele mundo, nem àquelas personagens como Ashk e Morag (ohh, Morag!) que vão deixar saudades...

De qualquer forma, para um último livro de trilogia, este "A Casa de Gaian" foi excelente. São apresentadas mais personagens novas, como Selena e Rhyan, que finalmente levantam o véu sobre os poderes da Casa de Gaian e a origem dos povos. Ao mesmo tempo, foi difícil deixar de manter o coração nas mãos: o Inquisidor-Mor pode ter um novo truque na manga, e Lucian e Diana revelam o que de pior os Fae podem ter. Ainda para mais, o Dom da Senhora da Lua vai ser desafiado; Ashk vai mostrar do que o Caçador é capaz e a Ceifeira está mais focada na batalha do nunca.
Foi um volume cheio de acção, mesmo que permeado por cenas domésticas ternurentas com o seu quê de comic relief, e seguir as personagens até aos últimos confrontos foi trepidante.
Adorei o enredo - ainda para mais com a técnica de foreshadowing aplicada pela autora, que consegue criar tensão, já que percebemos certos pormenores antes das próprias personagens - e adorei a explicação sobre as origens dos povos, que nos mostra o quão errados todos estavam no início. 
E, mais uma vez, adorei os temas que continuam a ser tratados nestes livros, ou seja, o ódio e o fanatismo, contrapostos pela bondade e pela tolerância.


Sou suspeita, mas recomendo a leitura da trilogia.

Sinopse

Já leram? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras!

Leituras relacionadas:

quinta-feira, 1 de março de 2018

"Laços de Sangue", Pamela Freeman

Há livros que acabam no nosso coração de uma forma surpreendente. Este "Laços de Sangue" chegou à minha estante depois de uma feira do livro, há anos atrás. A maioria dos leitores conhece estes casos. Uma pessoa está a revirar os volumes disponíveis na bancada e depara-se com um que até lhe chama a atenção. O livro está a um preço acessível, mas sendo o primeiro de uma trilogia cuja continuação não foi publicada por cá prefere deixá-lo para trás. No entanto, acaba por regressar à feira e não consegue ignorar o dito livro e acaba por o levar consigo. Por uma ou duas vezes lhe pegou, já em casa, e voltou a guardá-lo na estante. Um dia decide dar-lhe a oportunidade e descobre que era mesmo daquela leitura que estava a precisar.

É que "Laços de Sangue" conseguiu ser uma lufada de ar fresco - literalmente. Nele conhecemos Bramble, uma jovem com o seu quê de selvagem que prefere a companhia dos animais e o dia-a-dia na natureza,  e que ainda tem o sangue antigo. Sendo neta de um Viajante, revolta-se contra a forma como o seu povo é espezinhado pelo povo de Acton, os invasores que há mil anos atrás conquistaram aquelas terras à força, massacrando e marginalizando os habitantes originais, que se vêm desapossados das suas propriedades e obrigados a uma vida vagueante pela Estrada. Quando Bramble mata um dos homens do Senhor da Guerra foge para se salvar e precipita uma cadeia de acontecimentos que mudam o seu próprio destino. 
Ash viveu como Viajante desde sempre, mas apesar de ter aprendido cada letra das canções que os pais interpretam ao longo da Estrada, não pode cantar. Sente que nunca pertenceu a lugar nenhum, até ser aceite como aprendiz de segurança de Doronit. O problema é que o preço é matar...
Para além destas personagens, ao longo do livro vamos encontrando Saker, um Vidente das Pedras em busca de vingança, e  vamos conhecendo a história de algumas pessoas com quem os protagonistas se cruzam. Estas últimas partes podem não adiantar de muito para o enredo, mas sem dúvida que o tornam mais rico e ajudam o leitor a ambientar-se com a cultura dos Onze Domínios.

Esta primeira parte da trilogia apresenta-nos ao universo dos Onze Domínios com toques típicos de fantasia, onde gente como Bramble e Ash, ainda é capaz de ouvir os deuses ou ver os fantasmas, mas que é retratado de uma forma tão natural que senti que lia algo mais semelhante ao realismo mágico - se é que tal se pode dizer de um universo que não é nosso, e que de "real" tem apenas a mesma velha "humanidade", com a suas virtudes e defeitos. Fiquei assim com um fraquinho por este livro, onde a atmosfera me lembrou a trilogia "Os Pilares do Mundo", de Anne Bishop, e as descrições vívidas das cidades e da natureza  nos fazem tomar a Estrada com os protagonistas, enquanto convivemos com a sua dor e os seus anseios. É que o tema que permeia o livro não é novo, nem há-de envelhecer: a destruição de uma cultura por um invasor. Sendo a autora australiana não sei até que ponto tal é coincidência.
Só tive pena que mais uma vez é contraposto o povo moreno oprimido ao conquistador alto e loiro, apesar de lógico e de facilmente associável à "realidade". Para além disso, outro aspecto um bocadinho negativo foi o facto de "certos" fantasmas - digamos assim para evitar o "spoiler" - poderem decair num elemento muito fantasioso. No entanto, para comentar melhor tal aspecto, teria que ler os seguintes livros, e se gostasse, o mais certo era perdoar tal coisa. 
No geral, gostei mesmo muito deste livro. Providenciou-me um excelente escape da realidade, mas com alma, e sem dúvida que gostava de conhecer o destino final daquelas personagens. Vou ficar com saudades, e estou tentada a adquirir a versão original...
E vocês, já leram este livro? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

TAG | Book Adaptation Wishlist

Vi esta TAG no canal Problems of a Book Nerd e não lhe resisti. Foi criada no She Might Be Monica e é sobre os livros que gostaríamos de ver adaptados a outros seis formatos. 
É claro que quando me apercebo que um livro é adaptado ao cinema fico sempre com algum receio de o ver. Quem nunca se enervou por retirarem cenas que achamos essenciais à história ou por alterarem personagens? Vou então imaginar que tenho todo o poder sobre o processo...

1. Filme: "O Indesejado", de Sarah Waters

Adorei este livro e acho que merecia chegar a mais leitores. Porque não uma adaptação cinematográfica?
Podiam pedir uma "mãozinha" ao James Wan (realizador de "The Conjuring" e "Saw") para aumentar a tensão visual nas cenas de maior suspense,  e, se não fosse pedir muito, distribuir os papéis principais desta forma:

 
Michael Fassbender como "Dr. Faraday"


Emma Watson como "Caroline Ayres"


Jamie Bell como "Roderick Ayres"

Elizabeth McGovern como "Mrs. Ayres"


Elle Fanning como "Betty"

2. Série: Trilogia "Os Pilares do Mundo", Anne Bishop

O último livro é a minha leitura do momento e estou de tal modo a adorar que não me importava nada de saber se alguém gostaria de a adaptar para uma série.
Tal como imagino o ambiente dos livros, seria um trabalho digno do Guillermo del Toro ("Hellboy", "O Labirinto do Fauno", "Crimson Peak"), que consegue realizar fantasia de uma forma tão "orgânica" e natural. E giro, giro, era ver "Lady Ashk" protagonizada por Sigourney Weaver, tal como a imagino.

Sigourney Weaver, para oferecer uma adaptação badass como "Ashk" merece

Mas como as questões etárias são tão discutidas - e me parece que preferem envelhecer alguém a rejuvenescê-lo no ecrã - o papel também não ficaria nada mal entregue a Eva Green, que tem ferocidade mais do que suficiente para ele.

Eva Green, como potencial "Lady Ashk"
 Parte do "cast" poderia ser:

Jennie Jacques, como "Ari"


Krysten Ritter, como "Morag, a Ceifeira"

Alyssa Sutherland, como "Diana, a Caçadora"

Alycia Debnam Carey, como Breanna


Saoirce Ronan, como "Selena"

3. Cartoon: "Kafka à Beira Mar, de Haruki Murakami

Não sou a maior fã de "cartoons" ou de séries animadas, mas se adptassem "Kafka à Beira Mar" a uma animação com o seu quê de nipónico, eu via e com gosto.

4: Graphic Novel/ Comic Series: "O Circo dos Sonhos", Erin Morgenstein

Este é outro género que gostava de começar a acompanhar. Por acaso, as adaptações não me costumam chamar a atenção, mas acho que se fosse o caso de "O Circo dos Sonhos" adquiriria um exemplar assim que pudesse. Principalmente se mantivessem a estética das descrições do circo, com o preto e branco em destaque, com alguns apontamentos vermelhos. Quem sabe...
 

5. Peça: Espera de Bojangles", Olivier Bourdeaut
Aquele que foi um dos livros "mencionáveis" do ano passado ficaria bastante bem em palco. Não sei como conseguiriam manter uma "Menina sem Préstimo" calma, mas imaginem as horas bem passadas que teríamos com a história daquele "amor louco" a desenrolar-se a poucos metros de nós, sob a voz encantatória do narrador.

6: Musical: "1984", George Orwell


Imaginem só a estética suja e propagandista que  o musical teria! Imaginem só as canções que se poderiam criar. Canções sobre os "momentos do ódio"; sobre as dúvidas de "Winston Smith" e, claro, até aquela canção que ouve na casa que aluga. Ia ser um exercício interessante para alguém adaptar este "aviso", e não me importava nada de o ver.

E pronto, aqui vos deixo as minhas respostas. Já sabem, estão todos desafiados. Deixem-me saber se concordam com as minhas escolhas, ou quais seriam as vossas.

Boas leituras!   

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Livros que ficaram a meio em 2017

No ano passado voltei a cair no meu mau hábito de abandonar leituras. Eu sei que devia insistir em continuar a ler um livro que me aborrecesse, ou para o qual não sentisse o mínimo de afinidade, mas já reparei que muitas vezes um livro menos bom foi lido numa época que não o pedia. Ainda assim, há sempre aqueles casos de que aquela leitura não é para mim, e prefiro deixar de insistir.

Regressaram à estante para mais tarde:

"Cloud Atlas", de David Mitchell : é um livro que quero muito ler, principalmente desde que vi filme. Segue uma estrutura muito peculiar, pois está dividido em várias "noveletas", mas na altura pedia uma história mais "tradicional" e preferi deixá-lo em "repouso" para o aproveitar melhor.

"A Informadora", de Lindsay Davis: é um romance policial ambientado em Roma durante o Império. Deve ter sido a segunda vez que lhe peguei e teria tudo para uma leitura leve e com um toque humorístico, já que  a protagonista/narradora tem a sua piada, e sendo de época, puxava a minha atenção. O problema é que a escrita era de facto "leve" e não me captava a atenção. Não queria desistir de vez dele, pelo que prefiro guardá-lo para outra ocasião.

"O Alienista", de Machado de Assis: é uma novela que pede uma leitura rápida, mas algo na história não me agarrou. Talvez a ideia seja mesmo mostrar um protagonista louco, que aponta os outros como loucos e não o sente ele próprio, mas prefiro lê-lo um dia, talvez. Não tão depressa.

"O Terceiro Gémeo", de Ken Follet: estava super curiosa com este livro e acreditem, continuo a estar. Gosto do tom de conspiração que por ali paira, mas embirrei com a protagonista e comecei a piscar o olho a outros livros. Fez-me "alguma" impressão a personagem defender o rapaz por quem tem um fraquinho da acusação de violação da melhor amiga... Dá para perceber que provavelmente a protagonista tem razão, mas pedia-se mais explicação para isso do que o que o instinto lhe diz, certo? 
De qualquer forma, quero lê-lo para tirar as teimas - e porque o tema me chama muito a atenção...

Desisti mesmo de:

"A Marca das Runas", de Joanne Harris: perdi belos dias de leitura a insistir em continuar a lê-lo, mas a verdade é que aquele toque de fantasia no início teve a sua piada. No entanto, não vi ali qualquer sentido. Acho que Joanne Harris tentou criar um universo próprio baseado nas lendas nórdicas, onde os deuses estão adormecidos e uma organização muito similar à Inquisição se digna a exterminar a magia, mas faltou ali "qualquer coisa". Para já, era demasiado familiar com a trilogia de "Os Pilares do Mundo" de Anne Bishop, mas sem a mestria desta última, pelo que nunca me pareceu "real". Nunca me senti transportada para lugar nenhum e depois aquelas personagens... Não eram humanas, nem eram realistas, e talvez lhe achasse alguma piada na pré-adolescência, mas nem os toques sobre mitologia nórdica me encantaram. É um livro estranho, e não da maneira engraçada. Desisti dele de vez.

E vocês, deixaram leituras a meio no ano passado ou insistiram para as acabar?
Boas leituras!