terça-feira, 14 de março de 2017

Divulgação | Novidades Temas e Debates já disponíveis

Género: Divulgação científica
Formato: 15 x 23,5 cm
Encadernação: capa mole
N.o de páginas: 360
PVP: 19,90€
Em livraria: 10 março 2017

Os dotes literários e o rigor científico de Ed Yong transformam, perante os nossos olhos, o invisível e minúsculo em visível e imponente. Divulgação científica de grande qualidade, acessível ao público em geral.

No nosso corpo pululam dezenas de triliões de micróbios. É todo um mundo, uma colónia plena de vida. Por outras palavras, nós contemos multidões de organismos! Estes companheiros microscópicos esculpem os nossos órgãos, protegem-nos das doenças, orientam o nosso comportamento e bombardeiam-nos com os seus genes. E neles reside também a chave para compreender a vida na Terra. Neste livro, Ed Yong convida-nos a ver o organismo humano e o dos outros animais a uma nova luz: menos como indivíduos e mais como ecossistemas florescentes. Ficamos a conhecer a ciência invisível dos corais que constroem os recifes imponentes e das lulas que criam espetáculos luminosos. Percebemos como as bactérias alteram a reação aos medicamentos oncológicos, afinam o sistema imunitário, influenciam a evolução e modificam até a constituição genética. E ficamos a conhecer os cientistas que manipulam estes parceiros microscópicos em nosso proveito.

«Yong descreve as alianças complexas forjadas pelos micróbios com todos os outros organismos do planeta. Não se limita a contar a história dos microbiomas, pois também apresenta numerosos cientistas que trabalham nesta área. As suas histórias e conversas transmitem o entusiasmo próprio de quem se empenha em revelar segredos.» | Science

«Um livro imensamente valorizado pelas entrevistas a reputados cientistas, cujo trabalho nos é apresentado de forma acessível e convincente.» | Publishers Weekly

Ed Yong, divulgador científico premiado, colabora com The Atlantic. Autor de um blogue, Not Exactly Rocket Science, na página web da National Geographic, publica na Wired, The New York Times, Nature, BBC, New Scientist, Scientific American, The Guardian e The Times.


Género: Pedagogia
Formato: 15 x 23,5 cm
Encadernação: capa mole
N.o de páginas: 304
PVP: 18,80€
Em livraria: 10 março 2017

O que a nova ciência do desenvolvimento infantil nos diz sobre a relação entre pais e filhos.

Cuidar dos nossos filhos é parte daquilo que nos torna humanos. Porém, aquilo a que chamamos parentalidade é uma invenção recente. Nos últimos trinta anos, o conceito de parentalidade e a indústria multimilionária que o rodeia transformaram os cuidados infantis numa atividade obsessiva, controladora e com metas, que pretende criar uma determinado tipo de criança e, por conseguinte, um determinado tipo de adulto. Neste livro, a psicóloga Alison Gopnik argumenta que a imagem habitual de pais e filhos no século XXI é profundamente errada – não só se baseia numa pseudociência, mas também é má para as crianças e para os adultos. A parentalidade não faz as crianças aprender – em vez disso, os progenitores empenhados deixam que as crianças aprendam, rodeando-as de um ambiente seguro e carinhoso.
Baseando-se no estudo da evolução humana e na sua própria investigação científica da aprendizagem, a autora, uma das maiores especialistas mundiais em psicologia infantil, mostra que, embora os cuidados infantis sejam muitíssimo importantes, o seu objetivo não deve ser formatar as crianças segundo determinadopadrões.

«Que alívio encontrar um livro que é contra a prática dos pais helicóptero, tão comum atualmente... Não apenas descarta o mito de que existe um só modelo correto para uma boa parentalidade, mas também sustenta as suas propostas com exemplos reais e resultados da sua investigação. Inspirador para todos os pais, pode levá-los a repensar as suas estratégias educativas.» | Publishers Weekly

«Uma abordagem que se destina a ajudar as crianças a encontrar um caminho próprio. Descreve uma grande variedade de experiências que mostram que as crianças aprendem menos por meio do ensino consciente e deliberado do que pela observação, audição e imitação.» | Nature

Alison Gopnik, professora de Psicologia e professora associada de Filosofia na Universidade da Califórnia, em Berkeley, é uma das maiores especialistas mundiais no estudo da aprendizagem e do desenvolvimento infantil, tendo sido a primeira a defender que as mentes das crianças nos podem ajudar a compreender questões filosóficas profundas. É uma das criadoras da teoria da mente, que esclarece como as crianças compreendem as mentes dos outros. 
Escreveu Words, thoughts and theories, The Scientist in the Crib e O Bebé Filósofo.


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quarta-feira, 8 de março de 2017

Divulgação | Novidade Guerra e Paz disponível a partir de hoje

Io Appolloni – Uma Vida Agridoce
Carlos Quintas
15x23
200 páginas + 32 a cores
16,00 €
Não Ficção/Biografia
Nas livrarias a 8 de Março
Guerra e Paz Editores 

É pela mão de Carlos Quintas que Giuseppina Appolloni faz chegar o relato da sua vida. Conhecida pelo grande público como Io Appolloni, a actriz de peças míticas como O Vison Voador revela, numa conversa franca e sem tabus, todos os pormenores de uma vida intensa ao amigo e actor Carlos Quintas. Um livro que chega às livrarias a 8 de Março com o título Io Appolloni – Uma Vida Agridoce, retrato de uma actriz controversa, que trabalhou com todos os grandes actores portugueses, de Camilo de Oliveira a Raul Solnado, passando por Eunice Muñoz, Carlos Paulo e Nicolau Breyner.
Esta é a história de uma mulher bela e rebelde que se perdeu de amores por Portugal e adoptou a nacionalidade portuguesa. Uma mulher com uma personalidade ímpar, cuja infância numa pequena aldeia na região de Perúgia, em Itália, foi marcada por dificuldades inerentes ao pós-guerra.
Esta é a história de como o teatro e o cinema surgiram no seu caminho de adolescente e viriam a pautar o seu percurso de vida por um comportamento rebelde mas exigente até nos amores.
Io Appolloni – Uma Vida Agridoce é a história de vida de uma mulher, mãe, actriz e ex-empresária, uma mulher com uma capacidade enorme de amar, preservar amizades e atrair novas, como a do dramaturgo Dario Fom, a do cantor Carlos do Carmo, a do poeta Eugénio de Andrade.
Esta é a história de uma mulher com uma lucidez serena dos seus actos, na alegria, na espontaneidade, nas lutas pela emancipação do seu género, nas suas convicções e até na adversidade, que nos deixa sem ter a certeza se foi ela que escolheu Portugal para viver ou se foi Portugal que a escolheu para abrigar. O livro inclui 32 páginas a cores com fotos marcantes da sua vida.  
 
 
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terça-feira, 7 de março de 2017

"O Segredo da Casa de Riverton", Kate Morton

Acho que já posso afirmar que sou fã de Kate Morton. Se "O Jardim dos Segredos" me tinha apaixonado, "O Segredo da Casa de Riverton" veio demarcar o meu interesse pela autora. Conseguiu envolver-me, primeiro pela seu estilo de escrita, e depois pela forma como desvenda o mistério a pouco e pouco e agarra o leitor. Mas já lá vamos.

Neste "O Segredo da Casa de Riverton" a narradora é Grace, que nos últimos anos da sua vida recorda os acontecimentos que levam Ursula a realizar um filme sobre uma tragédia ocorrida nos anos 20. Um poeta promissor suicidou-se numa festa na propriedade de Riverton, e as "únicas" testemunhas foram duas irmãs, Hannah e Emmeline Hartford. Grace, na altura uma das criadas da mansão, é a única que sabe o que realmente aconteceu e, de alguma forma, viveu a tentar esquecer o acontecimento, perturbada pelo sentimento de culpa que assola desde essa noite.
Portanto, somos guiados pela voz de Grace e, enquanto conhecemos o seu dia-a-dia como criada jovem na mansão e as relações com os restantes colegas, é também através dos olhos dela que se revelam as vidas dos Hartford, principalmente dos mais novos. Os irmãos David, Hannah e Emmeline, são três adolescentes despreocupados que tanto se interessam pelo "Jogo", a sua brincadeira de "faz-de-conta", mas que perdem a inocência com a chegada da I Guerra Mundial, que desfaz o "triângulo". 
Para mim, este foi um romance sobre a dor da entrada na vida adulta, e o derrubar das ilusões. As personagens vivem num mundo que muda de um instante para o outro, onde as tradições e a diferença de classes, algo tão marcado antes da guerra, se alteram e culminam na loucura dos anos 20, onde o excesso era um estilo de vida - para alguns. Para outros, como uma das irmãs viveu, a importância do papel de uma esposa continuava bem rígido na sociedade, ao ponto de se tornar claustrofóbico. Ao contrário de quem conseguia ter liberdade com o casamento, ou de quem conseguia ter o seu nicho no mercado de trabalho, outras havia que serviam para manter a reputação de um marido... E nem falemos das "feridas" psicológicas da Grande Guerra.

Esta conjugação de temas tratados só - "só"! - veio a apaixonar-me ainda mais pelo livro. Adorei-o. Adorei o estilo de escrita, que se torna tão envolvente pela voz de Grace e pela constante mudança entre o presente e as recordações vívidas do passado; e adorei a sensação de mistério que permanece ao longo da história. É um livro sobre segredos, e apesar de um deles até ser bastante perceptível para o leitor, quando pensamos que já descobrimos parte do que queríamos saber, eis que outra revelação pode ser feita, mesmo que a um nível subjacente. 
E mais não digo, que já sou suspeita, porque tanto gosto deste género de "mistérios de época". Leiam-no, que é um livro sobre uma história destinada à tragédia, com um ambiente entre o romance de "suspense" e o gótico, e que, só cá para nós, a certo ponto tanto pode agradar aos fãs de "Downton Abbey" como aos de "The Great Gatsby".

Sinopse

Já o leram? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras!

sexta-feira, 3 de março de 2017

Divulgação | Novidades Bertrand para 3 de Março

Género: Não Ficção/Ensaios e Documentos
Tradução: José Espadeiro Martins
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.o de páginas: 384
Data de lançamento: 3 de março de 2017
PVP: € 17,70 
ISBN: 978-972-25-3344-7

Sinopse:
Operações de falsa bandeira: do incêndio no Reichstag ao golpe de Estado na Turquia

Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece.
A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
Uma leitura urgente e essencial.

Sobre o autor:
Eric Frattini foi correspondente no Médio Oriente e residiu em Beirute e Jerusalém. É autor de mais de uma vintena de livros, entre os quais se contam Mossad: Os Carrascos do Kidon e Hitler Morreu no Bunker?. A sua obra está traduzida para várias línguas e editada em 47 países. Em 2013, recebeu o II Prémio Nacional de Investigação Jornalística (Itália) pela sua investigação do caso Vatileaks – trabalho que deu origem ao livro, já publicado em Portugal, Os Abutres do Vaticano – e o Prémio Anual Strillaerischia (Itália) pelo seu trabalho como correspondente no Afeganistão.
Realizador e guionista de dezenas de documentários de investigação para as principais cadeias espanholas de televisão, colabora assiduamente em diferentes programas de rádio e TV. Ministra frequentemente cursos e conferências sobre segurança e terrorismo islâmico a várias forças policiais, de segurança e inteligência de Espanha, Grã-Bretanha, Portugal, Roménia e Estados Unidos.



Género: Literatura juvenil
Formato: 12,8 x 19,8 cm
N.o de páginas: 480
Data de lançamento: 03 de março de 2017
PVP: € 9,90 
ISBN: 978-972-25-3352-2

Sinopse: 
Seguir a razão... ou o coração?

Marianne e Elinor Dashwood, com 17 e 19 anos respetivamente, são irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. 
Marianne é toda ela coração, sensibilidade e romantismo; Elinor é a encarnação da razão, do bom senso e da reserva. Por entre reveses e amores, cada uma delas será posta à prova e terá de encontrar um equilíbrio — entre a sensibilidade e o bom senso — que lhes permita ser felizes.

Sobre a autora: 
Jane Austen (1775-1817) viveu em Inglaterra, numa época em que poucas mulheres podiam publicar abertamente ou viver da escrita. Reconhecida pelos seus retratos ricos e acutilantes e pelo seu sentido de humor, Jane Austen continua a ser lida com entusiasmo nos nossos dias, e os seus livros foram adaptados inúmeras vezes para cinema e televisão.



Género: Literatura / Thriller
Formato: 15 x 23,5 cm
N.o de páginas: 408
Data de lançamento: 03 de março de 2017
PVP: € 17,70
ISBN: 978-972-25-3241-9

Sinopse: 
A operação mais perigosa da história dos EUA está nas mãos de Scot Harvath.
Um agente da CIA morre misteriosamente no estrangeiro e a sua colaboradora faz alegações terríveis. Há só um problema: ninguém sabe se ela é de confiança. Mas quando seis estudantes de intercâmbio desaparecem, dois aviões de passageiros trocam de destino e um exilado político é preso, dá-se início a um encadeamento fatal de acontecimentos. Com os Estados Unidos na iminência de ser alvo de um ataque arrasador, o novo presidente da América tem de apelar a Scot Harvath, o inigualável agente de contraterrorismo, para o ajudar a conduzir duas das operações mais perigosas da história do país. Com o nome de código «Pó Dourado» e «Melro», estas operações estão envoltas em sigilo total, uma vez que, se descobertas, cada uma delas será considerada um ato de guerra.

Sobre o autor: 
Brad Thor estudou Escrita Criativa na Universidade da Califórnia do Sul e trabalhou no Programa Analítico Célula Vermelha, do Departamento de Segurança Interna. É o fundador da Thor Entertainment, uma empresa premiada que exporta conteúdos para todo o mundo. Todos os seus livros são best-sellers do New York Times. 


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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Divulgação | Novidades Bertrand para 24 de Fevereiro

Género: Literatura / Infantojuvenil
Formato: 12,8 x 19,8 cm
N.o de páginas: 152
Data de lançamento: 24 de fevereiro de 2017
ISBN: 978-972-25-3349-2
Preço: 12,20 euros

Sinopse:
Quando o circo visita a aldeia, André apaixona-se pela filha do mágico, uma menina enigmática, que lhe oferece um berlinde límpido como uma lágrima. Pouco depois, a família muda-se para Lisboa. André detesta a nova vida. Num dia particularmente infeliz, pega no berlinde e descobre-se num mundo desconhecido onde conhece Grionesa do Povo Bonito, o Senhor Leandro, com a sua mala mágica, a porta Portália... até que surge uma ameaça terrível... Só André e Grionesa podem salvar aquele mundo, mas o risco é imenso.

Género: Literatura / Infantojuvenil
Formato: 12,8 x 19,8 cm
N.o de páginas: 216
Data de lançamento: 24 de fevereiro de 2017
ISBN: 978-972-25-3350-8
Preço: 12,20 euros

Sinopse:
Na escola, André faz uma nova amiga: a misteriosa Formiga. Uma noite, ele recupera a Esfera Mágica e, mais uma vez, encontra-se num mundo desconhecido onde todos usam máscaras... animais misteriosos, pássaros gigantes, seres das grandes profundidades. No decorrer de um grande baile, André corre perigo de vida, mas Formiga aparece e salva-o. Só que ela tem uma missão secreta: com a ajuda de André, aceder à imensa Biblioteca, para encontrar a resposta que lhe pode mudar a vida.

A escritora e historiadora Manuela Gonzaga publica pela Bertrand Editora a coleção infantojuvenil Mundo de André, dirigida ao leitor entre os 9 e os 14 anos de idade – ou, de forma mais alargada, às crianças de todas as idades. André e a Esfera Mágica é o primeiro romance da coleção, tratando-se de uma reedição no mercado, mas uma novidade no catálogo da Bertrand Editora. Por outro lado, André e o Baile de Máscaras é um título inédito, sendo o quarto volume da coleção. A obra foi incluída no Plano Nacional de Leitura.

As ilustrações das capas dos livros são da autoria do pintor Gonçalo Jordão, que integrou a equipa de cenografia do filme O Grande Hotel Budapeste, do realizador Wes Anderson, vencedor, entre outros, de um Óscar para Melhor Direção de Arte.

Conhecida pelas suas obras de cariz biográfico, como Imperatriz Isabel de Portugal ou Doida Não e Não!, Manuela Gonzaga é uma escritora de grande sucesso e versatilidade, tendo publicado também Romance, como Xerazade - A Última Noite e Meu Único Grande Amor: Casei-me, e Memória, Moçambique, para a Mãe se Lembrar como Foi. A autora tem uma voz ativa na defesa dos Direitos dos Animais e escreve regularmente no seu blog Diários do Irreal Quotidiano.


Género: Literatura / Romance 
Tradução: Vasco Teles de Menezes 
Formato: 15 x 23,5 cm
N.o de páginas: 328
Data de lançamento: 24 de fevereiro de 2017 
PVP: € 17,70 
ISBN: 978-972-25-3301-0

Shylock É o Meu Nome é o segundo título de uma série que tem sido publicada em mais de 30 países para celebrar o vulto maior do teatro mundial: William Shakespeare. Sexta-feira, dia 24 de fevereiro, chega às livrarias este novo título, desta vez com a assinatura de Howard Jacobson, escritor britânico de ascendência judaica.

Howard Jacobson, um dos autores de língua inglesa mais importantes da atualidade, faz uma recriação de O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, mas adaptada ao século XXI. 
Pórcia: Quem é aqui o mercador e quem é o judeu?
Doge: António e o velho Shylock, levantem-se ambos.

Pórcia: É Shylock o vosso nome?
Shylock: Shylock é o meu nome.

O Mercador de Veneza, Ato IV, Cena 1

«Shylock É o Meu Nome tem muito a dizer-nos sobre a identidade, a perda e o antissemitismo moderno» - The Times -


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Divulgação | Novidades Editorial Bizâncio para Fevereiro

Título: Depois de Hitler - Os Últimos Dias da Segunda Guerra Mundial Na Europa 
Autor: Michael Jones
Código de Barras: 9 789 725 305 829
Págs.: 448+16 de extratexto (fotos)
Preço de tabela (sem IVA): Euros 16,98
Formato: 15,5cm x 23,5cm

Sobre o livro:
No dia 30 de Abril de 1945, Adolfo Hitler suicidou-se. No dia seguinte, Joseph Goebbels, o seu ministro da Propaganda também se matou, e o Terceiro Reich, em derrocada, ficou entregue ao almirante Karl Dönitz. A situação dos nazis parecia desesperada. No entanto, surpreendentemente, a guerra no resto da Europa continuou por mais dez dias.
Depois de Hitler aborda os dez dias que se seguiram à morte de Hitler numa narrativa em contagem decrescente e enquadra-os na história global mais vasta de uma guerra europeia que assistira a algumas das batalhas mais ferozes da História.
Aborda ainda o pano de fundo da guerra e a terrível catástrofe humanitária que não foi publicamente conhecida na Europa. Fala-nos dos que sentiram a alegria da liberdade, bem como dos que enfrentaram um futuro de grandes incertezas. Quando os soldados do Exército Vermelho juntaram as suas forças às dos aliados britânicos e americanos, o Leste de Estaline enfrentou finalmente o Ocidente de Churchill e Truman. Depois de Hitler narra-nos a desconfiança crescente entre eles, mas também momentos de extraordinária boa vontade e cooperação – a esperança, breve mas tocante, de que estas grandes nações poderiam construir um futuro novo e mais seguro. 
Este livro é uma exploração fascinante do período curto mas crucial que iria dar forma ao mundo que emergiu do pós-guerra.

Michael Jones 
Doutorado em história pela Universidade de Bristol, foi professor nas Universidades de South West England, Glasgow e Winchester College. Membro da Royal Historical Society e da Comissão Britânica de História Militar, é especialista na II Guerra Mundial e autor de vários livros, que baseia em poderosos depoimentos de testemunhas oculares, e nos quais dá especial relevo à história humana por trás das batalhas e campanhas.
Dedica-se actualmente à escrita e é consultor histórico para os media e apresentador. Além de O Cerco de Leninegrado, A Retirada e Guerra Total – De Estalinegrado a Berlim já publicados pela Bizâncio, escreveu livros sobre as batalhas de Bosworth e  Agincourt. Nos últimos anos tem guiado visitas a campos de batalha da Frente Oriental.



Título: Deus Não Mora em Havana 
Autor: Yasmina Khadra
Código de Barras: 9 789 725 305 867
Págs.: 256
Preço de tabela (sem IVA): Euros 15,09
Formato: 15,5cm x 23,5cm
Encadernação: Capa Mole cm Badanas

Sobre o livro:
No momento em que o regime castrista perde o alento, «Don Fuego» continua a cantar nos cabarés de Havana. Outrora, a sua voz electrizava as multidões. Agora, os tempos mudaram e o rei da rumba tem de ceder o seu lugar. Entregue a si próprio, conhece Mayensi, uma jovem «ruiva e radiosa como uma chama», pela qual se apaixona perdidamente. Mas o mistério que cerca essa beldade fascinante ameaça o seu improvável idílio.
Cântico dedicado aos fabulosos destinos contrariados pela sorte, Deus não Mora em Havana é também uma viagem ao país de todos os paradoxos e de todos os sonhos.
Aliando a mestria e o fôlego de um Steinbeck contemporâneo, Yasmina Khadra conduz uma reflexão nostálgica sobre a juventude perdida, incessantemente contrabalançada pelo júbilo de cantar, de dançar e de acreditar em amanhãs felizes.

cujo verdadeiro nome é Mohammed Moulessehout, nasceu no Saara argelino em 1955. Hoje é uma das vozes mais importantes do mundo árabe e um digno embaixador da língua francesa.
É o autor da trilogia As Andorinhas de Cabul, O Atentado e As Sirenes de Bagdade, consagrados ao diálogo de surdos entre Oriente e Ocidente e a maior parte dos seus romances está traduzida em quarenta e dois países.
O romance O que o Dia Deve à Noite, melhor livro de 2008 para a revista Lire, foi adaptado ao cinema por Alexandre Arcady em 2012 e O Atentado recebeu, entre outros, o Prix des libraires de 2006 e foi adaptado ao cinema por Ziad Doueiri em 2013.



O Eterno Retorno do Fascismo
(Disponível a partir de 8 de Março)
Autor: Rob Riemen
Código de Barras: 9789725305010
Nº de páginas: 80
PVP: 7,50 (com IVA)                                          
     
Filosofia

O que caracteriza e define o fascismo? De que diferentes máscaras se reveste de um país para outro? Porque podemos afirmar que está hoje de regresso à Europa? Em que medida é a expressão de uma profunda crise da civilização? Que relação tem com o declínio dos valores espirituais? E com o triunfo do materialismo e do individualismo? Que responsabilidades têm as elites no seu ressurgimento? E como lutar contra a sua propagação?

Num pequeno ensaio tão brilhante quanto militante, Rob Riemen, apoiado nas reflexões de grandes pensadores europeus — Camus, Thomas Mann, Nietzsche, Adorno, Paul Valéry — ajuda-nos a compreender (e a combater) melhor o fascismo, um mal dos nossos dias.
 
 
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

"A Casa de Gaian", Anne Bishop

E eis que li o livro final da trilogia de "Os Pilares do Mundo"! Se por um lado estou orgulhosa de finalmente ter lido uma trilogia completa da autora, por outro sinto-me triste. Não vou voltar àquele mundo, nem àquelas personagens como Ashk e Morag (ohh, Morag!) que vão deixar saudades...

De qualquer forma, para um último livro de trilogia, este "A Casa de Gaian" foi excelente. São apresentadas mais personagens novas, como Selena e Rhyan, que finalmente levantam o véu sobre os poderes da Casa de Gaian e a origem dos povos. Ao mesmo tempo, foi difícil deixar de manter o coração nas mãos: o Inquisidor-Mor pode ter um novo truque na manga, e Lucian e Diana revelam o que de pior os Fae podem ter. Ainda para mais, o Dom da Senhora da Lua vai ser desafiado; Ashk vai mostrar do que o Caçador é capaz e a Ceifeira está mais focada na batalha do nunca.
Foi um volume cheio de acção, mesmo que permeado por cenas domésticas ternurentas com o seu quê de comic relief, e seguir as personagens até aos últimos confrontos foi trepidante.
Adorei o enredo - ainda para mais com a técnica de foreshadowing aplicada pela autora, que consegue criar tensão, já que percebemos certos pormenores antes das próprias personagens - e adorei a explicação sobre as origens dos povos, que nos mostra o quão errados todos estavam no início. 
E, mais uma vez, adorei os temas que continuam a ser tratados nestes livros, ou seja, o ódio e o fanatismo, contrapostos pela bondade e pela tolerância.


Sou suspeita, mas recomendo a leitura da trilogia.

Sinopse

Já leram? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras!

Leituras relacionadas:

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Divulgação | Novidades Quetzal para 24 de Fevereiro

Género: Literatura / Romance 
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.o de páginas: 248 
Data de lançamento: 24 de fevereiro de 2017 
PVP: € 16,60 
ISBN: 978-989-722-345-7

Depois de Vidadupla, que reúne um conjunto de contos, o popular cantor e compositor, agudo cronista e bardo dos últimos quarenta anos portugueses traz-nos o seu primeiro romance, Coração Mais Que Perfeito.
O livro fala-nos de ilusões e de vidas perdidas, de amor, teatro, família, literatura, sexo, sobrevivência – e de uma paixão tão forte que atravessa a própria morte como um coração em chamas.
«Uma caixinha torneada, daquelas com que os humanos tentam fazer compreender a sua espécie às constelações mais longínquas. Trívia, artes musicais e pictóricas, ruídos tirados da natureza, de riachos, uma obra-prima da literatura em várias línguas, objectos do dia-a-dia, um bilhete para uma viagem romântica a dois, telemóveis com carregador, um saca-rolhas e uma garrafa de vinho jovem, e um preservativo, talvez o artefacto mais intrigante para qualquer extraterrestre.»
Sérgio Godinho é um dos músicos portugueses mais influentes dos últimos quarenta anos. Sobre si próprio disse: «Não vivo se não criar, não crio se não viver. Essa balança incerta sempre foi a pedra de toque da minha vida.»

Sinopse: 
Esta é a história de Eugénia, de quem se recorda o destino inverosímil, os desaires e os momentos de felicidade, a infinita capacidade de ser reerguer e de continuar a viver – em Portugal e em França, na adolescência e na idade adulta, na desilusão e na alegria (e na sua relação com os livros e com o sexo). É também a história de Artur, uma espécie de funâmbulo que atravessa (quase) todos os abismos. E a de todas as personagens que vivem em trânsito do passado para o presente, ao longo de uma história de amor invulgar e de desenlace inesperado.

«Um diamante natural é concebido no magma do centro da terra, e depois expelido para a superfície, por vezes abrindo à força um enorme buraco, outras vezes encontrado na cratera de um vulcão extinto. Aqui é diferente. O corpo humano tem dezoito por cento de carbono e dois desse carbono resta nas cinzas, depois da cremação. Permita-me dizer que fez bem em cremar o corpo do seu marido.
É uma solução mais limpa.»

Sobre o autor: 
Sérgio Godinho nasceu no Porto e aí viveu até aos vinte anos, altura em que saiu de Portugal. Estudou Psicologia em Genève durante dois anos, antes de tomar a decisão «para a vida» de se dedicar às artes. Foi ator de teatro e começou a exercitar a escrita de canções nos finais dos anos 60. É de 1971 o seu primeiro álbum, Os Sobreviventes, seguido de mais vinte e sete até aos dias de hoje. Sérgio Godinho é um dos músicos portugueses mais influentes dos últimos quarenta anos.
O seu percurso espelha, precisamente, essa poderosa interação entre a vida e a arte. Voz polifónica, Sérgio Godinho levou frequentemente a sua escrita a outras paragens. Guiões de cinema (Kilas, o Mau da Fita), peças de teatro (Eu Tu Ele Nós Vós Eles), séries de televisão, histórias infanto-juvenis (O Pequeno Livro dos Medos), poesia (O Sangue por um Fio), crónicas (Caríssimas Quarenta Canções), entre outros exemplos. Vidadupla, o seu primeiro livro de contos, é o capítulo anterior desse estimulante itinerário pessoal.


Género: Literatura / Ensaio 
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.o de páginas: 168 
Data de lançamento: 24 de fevereiro de 2017
PVP: € 15,50 
ISBN: 978-989-722-350-1

Este livro é uma extraordinária exploração das Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, à luz dos parâmetros machadianos (o «ímpeto cesariano» e a «flor da melancolia»), e através do olhar original e inovador de Anabela Mota Ribeiro. O que começou por ser um trabalho académico na área da Filosofia, tornou-se um texto de grande beleza e interesse para um público muito mais vasto, ou seja, todos os que alguma vez foram – ou venham a ser –
leitores de Machado de Assis ou sejam tocados pela magia da literatura em geral.

«Onde começa e onde acaba o mundo de Brás Cubas, o «defunto autor» que nos fala a partir do mundo dos mortos? A delimitação imprecisa e constantemente sabotada do fio do horizonte, da ideia de princípio e de fim, é um dos aspetos mais desafiadores do livro. Ao falar de um lugar impossível, Brás Cubas desarruma uma ideia de mundo que nos é inculcada, abre espaço para a interrogação sem limites.»

Diz Gonçalo M. Tavares sobre A Flor Amarela: «Sedução em itinerário machadiano; ao leitor é exigida comparência, alegre atenção; o debruçar sobre o texto, corpo que se inclina porque é constantemente puxado. Texto que leva atrás de si o leitor. Opção pelo belo, pelo caminho não necessariamente útil ou rápido; ser encantado não é uma escolha, mas uma forma de cair, um modo elegante de tropeçar.»

Sobre a autora:
Anabela Mota Ribeiro nasceu no mesmo dia de Brás Cubas, 20 de outubro, em 1971 (o personagem de Machado de Assis nasceu em 1805). É licenciada e mestre em Filosofia, pela Universidade Nova de Lisboa. Jornalista freelance, colaborou com diversos jornais e revistas. Atualmente, e desde 2008, escreve para o Público. O género a que mais se tem dedicado é a entrevista. Trabalhou em rádio e em televisão, como autora e apresentadora. Organiza e modera debates sobre livros. É curadora da Folia (do Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos).
Publicou os livros O Sonho de Um Curioso (2003), com 14 entrevistas, Este Ser e não Ser – Cinco Conversas com Maria de Sousa (maio de 2016), Paula Rego por Paula Rego (novembro de 2016). Desde 2013 que disponibiliza o seu arquivo, com centenas de artigos, no blog http://anabelamotaribeiro.pt.


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