sexta-feira, 28 de abril de 2017

Divulgação | Novidades Guerra e Paz disponíveis a 3 de Maio

Do Berço ao Trono
Papa Francisco: Vida, Palavra e Obra
Elizabete Agostinho
15x23
144 páginas
14,40 €
Não Ficção/Religião
Nas livrarias a 3 de Maio
Guerra e Paz Editores | Clube do Livro SIC


Este é um livro íntimo. É um livro que vai descobrir Jorge Mario Bergoglio num bairro popular de Buenos Aires e lhe dá a palavra, a ele e aos amigos ou familiares, revelando os primeiros amores e o chamamento de Deusa, a hora em que despertou a vocação.
Do Berço ao Trono – Papa Francisco: Vida, Palavra e Obra, de Elizabete Agostinho, é um livro íntimo, mas é, também, à imagem de Francisco, um livro divertido, com muito bom humor, que nos deixa ver como a fé do futuro Padre Jorge foi testada pelo amor feminino. E é um livro dos grandes momentos da vida de Padre, Bispo e Papa, o livro que mostra os fundamentos que levam Francisco a ter a capacidade de amar e perdoar que o distinguem no mundo contemporâneo. Um livro com um filete dourado a ouro (marca papal) em cada uma das páginas e com cerca de 100 fotos marcantes.
Jorge Mario Bergoglio era um jovem estudante. Ia sair com os amigos, naquele dia 21 de Setembro de 1953, quando teve uma revelação. Entrou na paróquia do seu bairro e confessou-se. Quando saiu, já não era o mesmo. Tinha ouvido um chamamento. Percebeu nesse momento que iria ser padre. O que certamente não imaginava é que, depois de convencer a mãe da sua escolha, depois de enfrentar a morte aos 21 anos, depois da atracção amorosa por raparigas o ter incendiado de dúvidas, depois de escolher ser jesuíta, depois de defender convicções sociais e morais que quase o fizeram ser afastado da Igreja, acabaria por ser eleito papa, convertendo-se na inspiração de milhões e milhões de seres humanos, cristãos ou não.
No mês em que Papa Francisco visita Portugal pela primeira vez, Elizabete Agostinho lança Do Berço ao Trono – Papa Francisco: Vida, Palavra e Obra, um título Clube do Livro SIC que reúne os principais factos da vida deste carismático jovem italiano até aos dias de hoje. Neste livro, a autora compila os actos com que o Papa Francisco tem vindo a despertar a simpatia de todos. Ao longo destas páginas e das duas histórias é possível perceber a capacidade de amar e perdoar de Jorge Mario Bergoglio, porque essa tem sido a essência da palavra com tem revolucionado a Igreja e o mundo. Em todas as livrarias a partir de 3 de Maio.


Cem Maneiras de Melhorar a Escrita
Gary Provost
15x23
184 páginas
15,90 €
Não Ficção / Escrita Criativa
Nas livrarias a 3 de Maio
Guerra e Paz Editores 


Este é um velho livro que nunca tinha chegado a Portugal. É um livro que ensina a escrever livros. É um velho livro, mas é muito, mesmo muito bom. É um clássico da escrita criativa. É um bom livro velho que dá gosto ler hoje, quando há tanto livros novos que logo cheiram a velho. Este é um livro que ensina, ou melhor, é o livro de alguém que sabe ensinar.
Escrever é a paixão de milhares de pessoas, que sonham publicar o que escrevem, seja num livro tra­dicional ou num blogue. Contudo, poucos perdem tempo a melhorar o que verdadeiramente importa num escritor: a escrita. Cem Maneiras de Melhorar a Escrita, de Gary Provost, o grande mestre da escrita criativa, é o livro que ensina a transformar a escrita, a frase, em música. Chega às livrarias a 3 de Maio.
É do senso comum que a escrita, a boa escrita, se deve a algum tipo de génio inexplicável, que poucos possuem. Nada mais falso! É verdade que ganhar o Nobel não está à mão de se­mear, mas escrever melhor não tem que ver com gé­nio, antes com trabalho. E com técnica. Ao alcance de todos, garante Gary Provost, escritor e professor norte-americano que se notabilizou com a publicação de livros sobre a arte da escrita.
Em Cem Maneiras de Melhorar a Escrita, originalmente publicado em 1985, Gary Provost desvela os segredos, os truques e as estra­tégias necessários para escrever um texto enxuto e legível. Sabe o que é uma frase tópica? Como ultra­passar bloqueios criativos? O que distingue um tex­to enfadonho de um empolgante?
Finalmente em português, cem conselhos funda­mentais para futuros escritores, num guia incontor­nável das artes da escrita. Com exemplos adaptados para português por Marco Neves, autor de A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa.


Eu Como Veggie
Ôna Maiocco
15,6x23
248 páginas
16,00 €
Não Ficção / Alimentação, Saúde e Bem-Estar
Nas livrarias a 3 de Maio
Guerra e Paz Editores

Pode não dar conta, mas olhe que o seu corpo anda a pedir-lhe que leia este livro: Eu Como Veggie, escrito pela admirável Ôna Maiocco, mestre de cozinha bio e veggie.
Ganhar qualidade de vida e diversificar refeições são algumas das razões para fazer novas opções de alimentação. A ciência comprava que uma dieta vegetariana traz grandes benefícios para a saúde. Ôna Maiocco, especialista em cozinha biológica e veggie nutritiva, propõe um guia prático e pedagógico em torno de regimes alimentares vegetarianos, que lhe permite tornar-se vegetariano de forma gradual e sem renunciar ao prazer de comer. Eu Como Veggie está disponível nas livrarias a partir de 3 de Maio.
Está na hora de escutar o seu corpo e mudar de hábitos alimentares. Atreva-se a avançar para uma alimentação mais sã e comprove como é fácil e vantajoso começar a fazer refeições vegetarianas com todo o sabor. Eu Como Veggie ensina os fundamentos e benefícios do vegetarianismo, para que se torne vegetariano ao seu ritmo. Desde muito jovem, Ôna Maiocco descobriu vários alimentos pouco vulgares mas com grande potencial nutritivo: os leites vegetais, os produtos fermentados, ou as várias prepa­rações de sêmola. Esta aprendizagem fê-la ganhar consciência de que existe uma ali­mentação saudável e ética, tendo-a levado a desistir de um emprego em biologia para abraçar um projecto inovador de culinária.
Ôna Maiocco é a fundadora do atelier Super Naturelle, o primeiro local em Fran­ça dedicado à aprendizagem e concepção de cozinha bio, veggie e com produtos lo­cais. Autora e criadora culinária, é conhe­cida pelo toque de originalidade que coloca em todos os seus pratos. Tem um interesse particular por ervas aromáticas, plantas selvagens comestíveis, e alimentos como o kimchi ou o tofu lactofermentado.

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Divulgação | Novidades Bertrand já disponíveis

Género: Literatura / Ficção | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 128| Data de lançamento: 21 de abril de 2017 | PVP: € 15,50 | ISBN: 978-972-25-2500-0

Sinopse:
Era uma vez um homem de mau-olhado que saiu de casa para ver o mundo. Cruzou-se com homens, objectos, animais e máquinas. Entretanto, uma Revolução avança, um homem alto exige imobilidade, outro homem está dividido em dois.
Mães procuram filhos e filhos gritam pela mãe. Não sabemos como tudo aconteceu, mas no final, pelo menos, alguém é castigado de uma forma exemplar.
A Mulher-Sem-Cabeça e o Homem-do-Mau-Olhado é a obra que inaugura o universo das “Mitologias”. Aqui surgem personagens, situadas em tempos indistintos, que serão também centrais em futuros livros. Mundo de ficção em que Gonçalo M. Tavares recoloca o humano e a história numa dimensão mitológica que distorce para mostrar melhor e, recorrendo à tradição narrativa da oralidade e do fantástico, explorar brilhantemente aquilo que é a natureza humana.

Sobre o autor: 
Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Publicou o primeiro livro em 2001. É já um dos escritores mais traduzidos da literatura portuguesa. Estão em curso traduções e edições internacionais de todos os seus livros, em mais de 50 países, em algumas das mais prestigiadas editoras. Recebeu importantes prémios em Portugal e no estrangeiro, nos mais diversos géneros literários. Com Aprender a Rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Philip Roth, Gabriel García Marquez, Elias Canetti, entre outros. Alguns prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 e 2011 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado 2009 (Sérvia), Grand Prix Littéraire Culture 2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França). Foi por diversas vezes finalista do Prix Médicis e Prix Femina. Em Portugal recebeu, entre outros, O Grande Prémio do Romance e Novela da APE, Prémio José Saramago, Prémio Fernando Namora. Jerusalém foi o livro mais escolhido pelos críticos do jornal Público para romance da década e Uma Viagem à Índia foi escolhido pelo jornal DN, por diferentes críticos, como uma das 25 obras essenciais da história da literatura portuguesa. O seu último romance Uma Menina Está Perdida no Seu Século à Procura do Pai venceu o Prémio Tabula 2015, foi finalista do Prémio Oceanos (Brasil) 2016 e do Prémio Pen Ficção. Sobre o livro, Alberto Manguel escreveu, no suplemento Babelia, que ele era «uma memorável epifania». Matteo Perdeu o Emprego, que já havia sido finalista, no Brasil, do Prémio PT, foi, em Novembro de 2016, um dos cinco finalistas do Prix Femina para melhor romance estrangeiro publicado em França.


Género: Literatura / Não Ficção| Tradução: Vasco Teles de Menezes | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 336| Data de lançamento: 21 de abril de 2017 | PVP: € 17,70 | ISBN: 978-972-25-3359-1

Sinopse: 
Na manhã de segunda-feira, 8 de julho de 1895, Robert Coombes, de 13 anos, e o irmão Nattie, de 12, saem da sua casa térrea em Londres para irem ver um jogo de cricket. O pai tinha ido para o mar na sexta-feira anterior, disseram os rapazes aos vizinhos, e a mãe estava de visita a familiares em Liverpool. Ao longo dos dez dias seguintes, Robert e Nattie gastam dinheiro de maneira extravagante, empenhando os valores dos pais para irem ao teatro e à praia. Mas quando o sol incide em toda a sua força sobre a casa dos Coombes, um estranho cheiro começa a emanar dela.
Quando a polícia é finalmente chamada a investigar, a descoberta que faz lança a imprensa num frenesim de horror e alarmismo, e Robert e Nattie são arrastados para um julgamento que ficará célebre por lembrar a intriga das histórias «de faca e alguidar» que Robert adorava ler.
Um crime fascinante – não apenas um exame meticuloso de um caso chocante e como também um hino à capacidade extraordinária de um homem de ultrapassar o seu passado.

Sobre a autora: 
Kate Summerscale é autora do best-seller internacional As Suspeitas do Sr. Whicher, vencedor de vários prémios e adaptado ao pequeno ecrã numa produção da BBC. Também foi membro do júri em diversos concursos literários, incluindo o Booker Prize. Vive em Londres.

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

"O Cavaleiro de Westeros e Outras Histórias", George R. R. Martin

Esta colectânea reúne nove contos - ou melhor, nove "noveletas" - de George R. R. Martin e forneceu-me uma experiência fantástica, literalmente. Neste livro pude distinguir facetas do autor e, acima de tudo, comprovar a imaginação imensa deste homem, já que conseguiu criar histórias tão diversificadas, com as "misturas" de ele próprio a certo ponto fala numa das introduções. Aliás, este é um daqueles casos em que as próprias introduções parecem ensaios, e deixem-me dizer desde já: vale a pena lê-las, seja para perceber como Martin tomou o gosto por contar histórias, para experienciar um pouco daquela época em que existiam revistas que pagavam por contos ou pensar sobre a problemática das "etiquetas" na ficção.

Nestas histórias os temas diversificam-se e misturam-se. Temos religião em contos de ficção científica; romance em fantasia; viagens no tempo e no espaço, e, até, uma história detectivesca com licantropos. No fundo, temos "coisas estranhas", mas também "pessoas", o que torna o trabalho do autor tão realista. 
Sobre cada um dos contos deixo-vos apenas um breve apontamento e a minha classificação para não vos "estragar" qualquer surpresa.

As Solitárias Canções de Laren Dorr:
Uma rapariga viaja entre mundos em busca do homem que ama, mas depara-se com Laren Dorr, que vive só no seu castelo. 
Quando leio fantasia gosto daquela sensação de deslumbramento de um mundo novo a descobrir, e este possibilitou-me isso. É um dos contos com o seu quê de romantismo e melancolia, que me apanhou de surpresa, mas por, acaso, foi um dos que menos gostei no todo, o que se deve em parte pelo seu início. Prefiro ser lançada para o meio da acção.
3,5 estrelas

O Cavaleiro de Westeros:
Este foi um dos meus preferidos. Como podem desde já adivinhar, é um aventura no universo de "Game Of Thrones", um século antes dos acontecimentos relatados na saga. Dunk era um escudeiro, mas com a morte do cavaleiro que servia, busca a glória num torneio e enfrenta mais do que esperava. 
Foi um daqueles casos em que dei por mim a ler devagar para a apreciar cada "passo" naquele universo. Adoro o ambiente medievo alternativo, que é tão bem retratado pelo autor e foi engraçado "ver" os antepassados de uma certa personagem em acção.
5 estrelas

Uma Canção Para Lya:
Este conto é passado no universo futurístico criado por Martin, onde os humanos colonizaram vários planetas, e interagem com espécies alienígenas. 
Neste caso, Lyanna e Robb - sim, são esses os nomes - são psíquicos contratados para perceberem uma particularidade de uma raça pacífica, os shkinos. 
É ficção científica, com aliens bizarros incluídos, mas apela a noções de religião e fé que nos dão que pensar, e no fim, fica a ideia de que todos aspiramos a um ideal de amor quase impossível para o ser humano comum. 
Lembrou-me "Dune" por esta componente, e fiquei com um fraquinho por ele, ainda para mais porque voltou a revelar como o autor consegue pintar um ambiente de forma tão vívida.
5 estrelas

Cidade de Pedra:
Imaginem que estão longe, num planeta estranho, algures na galáxia, e os seres com cara de raposa que por ali parecem mandar não vos concedem autorização para trabalhar numa nave, de modo a saírem de vez da cidade para outro planeta. Parece sufocante, não é?
Foi um pouco perturbador assistir a esta angústia de Holt e nesse aspecto, o conto atingiu o seu objectivo. 
4 estrelas

Flormordentes:
Lembrou-me o primeiro conto pela questão do romance aqui descrito, mas gostei muito mais. Apesar de esperar algo diferente da história, adorei a forma como o conto começou e os vislumbres do mundo de Shawn, que tem estações longas e uma sociedade tribal sobre a qual não me importava nada de voltar a ler.
4,5 estrelas

O Caminho da Cruz e do Dragão:
Este conto partiu de uma pergunta que o autor deu por si a fazer: como viverá a Igreja no futuro?
Mais uma vez temos o tema da religião no universo de ficção científica, onde Damien, um Cavaleiro Inquisidor, é enviado pelo seu bispo - alienígena - a procurar a origem de um livro sagrado herético. Mais uma vez, é um conto que nos deixa a pensar sobre fé, "verdade" e textos "sagrados", e fiquei até com a ideia de que Martin faz uma espécie de "cameo" literário como o herege. Se não era a sua ideia mostrar-se como uma das personagens, bem poderia ser.
Foi uma história divertida de se ler, bem original e que acabou por ir de encontro ao que penso sobre um certo assunto.
4,5 estrelas

Reis-de-Areia:
Esta é uma das histórias que nasce de uma "mistura" do autor. Apesar de estar situada no mundo de ficção científica, tem uns toques de horror e suspense. E também aborda a religião, a certo ponto...
Kress gosta de coleccionar animais bizarros e na loja de Wo ela aconselha-lhe os reis-de-areia, uma espécie de insecto, aparentemente, que organiza as próprias batalhas e diviniza a pessoa que a alimenta no tanque. Só que Kress gosta de sangue...
E eu adorei esta história.
5 estrelas

O Homem em Forma de Pêra:
Acho que já todos nos sentimos desconfortáveis perto de uma pessoa específica. Neste caso, o desconforto de Jessie com a presença do estranho vizinho da cave é cada vez maior, bem como o meu. Li cada página cheia de medo do que iria encontrar na seguinte... E isso foi excelente.
5 estrelas

Sob Cerco:
Sobre esta história prefiro apenas dizer que aborda viagens no tempo de forma bem original, e que tem um toque pós-apocalíptico.
Foi uma boa leitura, com aquele tipo de final digno de um quebra-cabeças.
4,5 estrelas

Negócio de Peles:
Há alturas em que nos deparamos com um livro tão bom, que nos tocou de tal forma que apenas queremos que toda a gente o leia e nem nos atrevemos a falar sobre ele para que eles também sejam tomados de surpresa. Esta é uma dessas vezes.
Como já referi, esta história tem um tom de filme "noir" com lobisomens, onde Randi, detective privada, e Willie, um cobrador de dívidas no mínimo peculiar tentam desvendar um assassinato macabro.
Willie foi para mim das personagens mais engraçadas do livro, e se tivesse de apontar a minha história preferida ia ter tendência para escolher logo esta.Tem mistério e aquela capacidade de nos prender às última páginas típica de um thriller.
5 estrelas

Sinopse
Acho que vou dar por mim com vontade de reler algumas destas histórias no futuro, mas sem dúvida que fizeram respeitar ainda mais George R. R. Martin. Quando escreve, o autor não brinca em serviço. Não se escusa a relatar algo cruel, mas sabe como contar uma história e sem dúvida que tem originalidade.


E vocês, já leram este livro? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Divulgação | Novidades Bertrand já disponíveis

Género: Literatura / Romance Thriller| Tradução: Vasco Teles de Menezes | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 424 | Data de lançamento: 13 de abril de 2017 | PVP: € 17,70 | ISBN: 978-972-25-3242-6

Sinopse:
Jack Reacher não tem para onde ir e, quando chega a uma passagem de nível numa pradaria com o curioso nome de Mother's Rest, parece-lhe o sítio ideal para fazer uma paragem de um dia. Está à espera de encontrar uma campa abandonada num mar de trigo maduro... mas, em vez disso, encontra uma mulher à espera do colega desaparecido, uma mensagem crítica acerca da morte de duzentas pessoas e uma cidade de gente silenciosa e vigilante.
A paragem de Reacher transforma-se numa missão sem fim... no coração das trevas!

Sobre o autor:
Lee Child nasceu em Inglaterra em 1954. Estudou Direito e trabalhou no teatro e como diretor de programação televisiva. Foi despedido aos 40 anos, devido a um processo de restruturação. Sempre tinha sido um leitor voraz e decidiu ver nessa reviravolta da sua vida uma oportunidade para fazer algo interessante. Foi assim que escreveu o primeiro livro da série Jack Reacher, que conheceu um êxito estrondoso. Lee divide o seu tempo entre Manhattan e as suas casas de campo em Inglaterra e no sul de França. É casado e tem uma filha.

Género: Política / Sociologia | Formato: 15 x 23,5 cm | N.o de páginas: 392 | Data de lançamento: 13 de abril de 2017 | PVP: € 17,70 | ISBN: 978-972-25-3271-6

Sinopse:
Seguindo-se a Os Burgueses, este livro examina as classes populares a partir das práticas que desenvolvem, das suas condições concretas de existência e da relação que mantêm com a burguesia.
Os autores devotam um olhar atento a alguns dos elementos mais marcantes da vida das classes populares portuguesas no século XX e XXI, das condições de vida ao trabalho, passando pela escola, pela mobilidade, pela linguagem e pela cultura, dando um lugar de destaque à análise da pobreza, bem como do olhar que a literatura e os media têm sobre esta classe.
Uma obra que procura respostas para compreender o que é o popular e quem o define, quais os fatores que delimitam as classes populares contemporâneas, a sua identificação com a «classe trabalhadora» e como se formaram e vivem estas classes.

Sobre os autores:
João Teixeira Lopes: Professor catedrático de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Representou o Bloco de Esquerda como deputado à Assembleia da República (2002- 2006). Coordenou o Instituto de Sociologia da Universidade do Porto entre 2002 e 2010 e preside atualmente ao Departamento. Tem 23 livros publicados (sozinho ou em coautoria) nos domínios das desigualdades, cultura, cidade, juventude e educação, bem como museologia e estudos territoriais. É presidente da Associação Portuguesa de Sociologia.

Francisco Louçã: Economista, é professor catedrático no ISEG, Universidade de Lisboa, e investiga temas de macroeconomia, finanças e história das ideias económicas. Foi deputado (1999-2013) e é membro do Conselho de Estado. As suas publicações mais recentes são, em coautoria, Isto é um Assalto (2013), Os Burgueses (2014), A Solução Novo Escudo (2015).

Lígia Ferro: É licenciada em Sociologia e doutorada em Antropologia Urbana pelo Instituto Universitário de Lisboa, ISCTE-IUL. Foi investigadora visitante de várias Universidades na Europa, Estados Unidos e Brasil. Atualmente é docente auxiliar convidada do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da UP. Desenvolve trabalho de investigação no Instituto de Sociologia da UP e no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, CIES-IUL.


Género: Literatura / Novela gráfica | Tradução: Pedro Carvalho e Guerra | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 64 | Data de lançamento: 13 de abril de 2017 | PVP: € 14,40 | ISBN: 978-972-25-3313-3

Como Falar com Raparigas em Festas, conto premiado com o Hugo Award e Locus Award, de Neil Gaiman, um dos autores mais célebres do nosso tempo, foi adaptado a novela gráfica com ilustrações vibrantes pela dupla brasileira Gabriel Bá e Fábio Moon. Apesar da história se desenrolar na década de 70, o conto de Neil Gaiman retrata ainda hoje um momento da puberdade comum aos jovens.
Sinopse:
Enn tem 16 anos e não compreende as raparigas, ao passo que o seu amigo Vic parece já ter tudo na ponta da língua. Mas ambos apanham o choque da sua vida ao depararem com uma festa em que as raparigas são muito mais do que aquilo que aparentam...

Sobre os autores:
Neil Gaiman é um aclamado autor britânico de contos, romances, novelas gráficas e filmes, muito premiado ao longo da sua carreira.
Os irmãos gémeos Fábio Moon e Gabriel Bá nasceram em 1976 no Brasil, onde vivem até hoje. O seu trabalho já se encontra publicado em doze línguas.
Em 2007, receberam a sua primeira nomeação para o Prémio Eisner por De: Tales e no ano seguinte venceram três Eisner pelo seu trabalho em 5, The Umbrella Academy, e por Sugarshock!. A sua série limitada de 2010 e obra-prima, Daytripper, venceu os prémios Eisner, Harvey e Eagle, e alcançaram uma grande aclamação internacional através de coleções subsequentes do seu trabalho.


Género: Literatura / Romance| Tradução: Fernanda Oliveira | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 440 | Data de lançamento: 13 de abril de 2017 | PVP: € 17,70 | ISBN: 978-972-25-3314-0

O tão aguardado quinto volume da saga familiar dos Clifton – Mais Poderosa Que a Espada – da autoria de Jeffrey Archer, chega esta quinta-feira, dia 13 de abril, às livrarias. Um romance pautado por momentos de thriller, com o protagonista, Harry Clifton, a perseguir um livro banido sobre a vida de Estaline levando-o até a Rússia comunista. A ação deste livro estende-se por meados dos anos 1960.

Sobre o autor:
Jeffrey Archer tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e 37 línguas. É autor de 16 romances, seis coleções de contos, três peças de teatro, três volumes do seu diário da prisão e um evangelho. É o único autor que foi número 1 em ficção (15 vezes), contos (quatro vezes) e não ficção (Os Diários da Prisão). Archer é casado com Dame Mary Archer DBE, têm dois filhos e vivem em Londres e Cambridge.



Género: Literatura / Romance| Tradução: Patrícia Xavier | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 232| Data de lançamento: 13 de abril de 2017 | PVP: € 16,60 | ISBN: 978-972-25-3293-8

Sinopse:
Depois de se alistar no exército norte-americano nos anos 50 do século XIX, apenas com dezassete anos, Thomas McNulty e o seu companheiro de armas John Cole lutam nas guerras índias e na guerra civil. Tendo os dois deixado para trás terríveis agruras, os seus dias são agora cheios de vida e de espanto, apesar dos horrores que os dois presenciaram e em que participaram.
Mas quando uma menina índia aparece no seu caminho, Thomas e John têm de decidir qual a melhor vida para todos face aos terríveis perigos que enfrentam.

Sobre o autor:
Sebastian Barry nasceu em Dublin em 1955, onde estudou e foi Writer Fellow (Trinity College). Dramaturgo, romancista e poeta, conquistou diversos prémios literários, incluindo duas vezes o Costa Book na categoria de Melhor Livro do Ano, com Escritos Secretos e mais tarde com Dias sem Fim (2016). Foi finalista do Man Booker Prize por duas vezes, com A Long Long Way e Escritos Secretos. Vive em Wicklow com a mulher e os três filhos.



Género: Literatura / Romance | Formato: 15 x 23,5 cm| N.o de páginas: 640| Data de lançamento: 13 de abril de 2017 | PVP: € 19,90 | ISBN: 978-972-25-2844-3

Sinopse:
Um épico do Oeste americano e uma saga que atravessa várias gerações de uma família e mais de um século de história.
Uma história de poder, sangue, terra e petróleo que acompanha a ascensão de uma inesquecível família texana, desde os ataques dos Comanches em inícios do século XIX até à explosão do petróleo no século XX.
Apaixonante, abrangente e evocativo, O Filho é uma obra-prima inesquecível na grande tradição do cânone americano.

Sobre o autor:
Philipp Meyer foi criado em Baltimore, desistiu do liceu mas conseguiu o diploma aos dezasseis anos. Foi durante vários anos voluntário num centro para vítimas de trauma em Baltimore, e mais tarde, frequentou a Cornell University, onde fez Estudos Ingleses. Entre 2005 e 2008, Meyer foi membro do Michener Center for Writers em Austin, Texas. Vive no Texas e em Nova Iorque.


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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Divulgação | Novidades Guerra e Paz para 19 de Abril

As Aventuras de Tom Sawyer
Mark Twain
15x23
272 páginas
16,00 €
Ficção / Literatura Estrangeira
Nas livrarias a 19 de Abril
Guerra e Paz Editores

As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain, é um livro saudavelmente selvagem, onde se encontra inocência e infância em estado puro. Um livro que integra a colecção de clássicos da Guerra e Paz a partir de 19 de Abril, com tradução de Miguel Nogueira.
Rapaz traquinas, Tom Sawyer adora meter-se em problemas. Com o seu grupo de amigos, e pelos belos olhos da pequena Becky, inventa mil e uma tropelias, que o levam a outras tantas aventuras, por vezes perigosas, mas sempre divertidas. Escrita em 1876, nos Estados Unidos, esta é a história de uma infância eterna, a infância que o escritor Mark Twain assume ter sido a dele. Uma infância idílica, vivida nas margens do rio Mississippi, no âmago de uma américa rural e despreocupada.
Esta é a história de uma infância sem preocupações, vivida na rua, entre pedregulhos e árvores. Uma história intemporal, de liberdade, amor, aventura e alegria de viver. A edição da Guerra e Paz inclui, além da caracterização das personagens e nota introdutória do editor para contextualização da obra, o texto de Mark Twain: «Como Contar Uma História».



Moby-Dick
Herman Melville
15x23
704 páginas
30,00 €
Ficção / Literatura Estrangeira
Nas livrarias a 19 de Abril
Guerra e Paz Editores 

Moby-Dick, obra prima de Herman Melville, o mais experimental dos romances, é a história de um louco e da sua vingança. Depois de ter sido mutilado por uma baleia, o capitão Ahab procura vingar-se. A baleia é Moby Dick, um ser gigantesco, o terror dos baleeiros. Pequod é o navio, em que Ahab instala um po­der tirânico com o único propósito de abater o monstro dos mares, objecto de toda a sua raiva. Melville leva-nos por uma viagem inolvidável, uma rota orientada pelo desespero, a lou­cura e a crueldade. Este livro é hubris pura: conflito, confronto, ressentimento e ódio. É a aventura e o romance convertidos em mito. Um dos livros mais importantes jamais escritos. Chega às livrarias portuguesas a 19 de Abril, pela mão da Guerra e Paz. Com uma nova, rigorosa e cuidada tradução de Maria João Madeira, que escreveu também um texto de apresentação.
Moby-Dick é livro para ler e reler que, nesta edição da Guerra e Paz, inclui, além da caracterização das personagens e do mapa da viagem do navio Pequod, um ensaio de outro grande escritor, D.H. Lawrence, acerca desta obra que o norte-americano Herman Melville publicou em fascículos em 1851. Inicialmente o livro foi ignorado pelo público e pelos críticos, tendo sido vendidos apenas cerca de 3000 exemplares durante a vida do autor que, abalado pela fraca recepção da sua obra, acabou por abandonar gradualmente a literatura. Só no século XX é que os seus livros conquistariam o esperado reconhecimento, já depois da morte de Herman Melville.

 
Ensaio Sobre a Cegueira
José Saramago
16,5x24
320 páginas + 20 a cores
45,00 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 19 de Abril
Guerra e Paz Editores


Depois de publicar uma edição de luxo de «Memorial do Convento» no final de 2016, a Guerra e Paz mantém lança um segundo título de José Saramago, Ensaio Sobre a Cegueira. O livro chegará às livrarias a 19 de Abril.
Esta é uma edição única e irrepetível que nasce da amizade do editor José da Cruz Santos com José Saramago, que o juntou a Vasco Graça Moura e Rogério Ribeiro.  Desse encontro nasce esta edição raríssima do aclamado romance de José Saramago com prefácio inédito de Vasco Graça Moura e dez ilustrações do pintor Rogério Ribeiro. Uma edição que é também um «livro de arte», que bibliófilos e coleccionadores vão especialmente apreciar.
São apenas 500 exemplares, publicados em edição de capa dura e lombada de tecido, que perpetuam o encontro destes três nomes, num livro que não voltará a ser editado.


Viajante à Luz da Lua
Antal Szerb
15x23
272 páginas
16,50 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 19 de Abril
Guerra e Paz Editores


Viajante à Luz da Lua é uma das obras mais aclamadas de Antal Szerb, uma das principais personalidades da literatura húngara do século XX, e chega pela primeira vez a Portugal com edição da Guerra e Paz e tradução de Piroska Felkai. Estará nas livrarias a partir de 19 de Abril.
Traduzido em diversos países, este é um romance onde o amor e a morte se cruzam. Mihály, um homem de negócios de Budapeste, passa a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi, dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto. Atormentado, o protagonista de Viajante à Luz da Lua reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida logo na primeira paragem nesta viagem de sonho, em Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Uma lua-de-mel que se transforma em viagem de autodescoberta quando o protagonista perde o comboio para Roma, foge da mulher e vagueia pelo país, perdido nas suas próprias deambulações.
Antal Szerb cresceu no uma família de judeus convertidos ao catolicismo no início do século XX mas nem por isso escapou à perseguição da Segunda Guerra Mundial, quando foi deportado para um campo de concentração em Balf, na Hungria, onde acabou por morrer em Janeiro de 1945. Antes disso, notabilizou-se como escritor, tradutor e historiador da literatura, viveu em França, Itália e Inglaterra e, de regresso ao seu país natal, foi eleito presidente da Academia de Literatura Húngara, em 1933. Viveu para a literatura, que via como o antídoto contra os venenosos avanços da modernização.

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

"No Coração Desta Terra", J. M. Coetze

"No Coração Desta Terra" conseguiu fornecer uma leitura bem perturbadora. Existe uma frustração, uma mágoa, latente na protagonista, e no fundo, ficamos na dúvida sobre a sua sanidade. 
O romance é narrado por Magda que, tal como ela se apelida, é uma velha solteirona, que vive numa herdade desolada no meio de um "deserto de pedra". Os dias são passados a cuidar da casa, do pai cuja atenção tanto deseja, e a escrever as notas que constituem este romance.
Ao leitor, são dadas três realidades alternativas, onde  a violência e a frustração tomam o seu lugar. Será que o pai chegou a tomar uma nova noiva que lhe instigou ciúmes e a precipita para uma vingança bem sangrenta? Será que o patrão tomou antes a criada jovem por amante? Terá isso alguma vez acontecido, ou terão sido apenas fantasias da filha, uma forma de Magda assumir as rédeas da própria vida? Na fazenda sente-se presa, dependente, mas tem por aquela terra um amor que não consegue exprimir por palavras, o que também a magoa. Fica a ideia de que preferia ser parte da terra, a ser aquela mulher que tanto ambiciona a que a vida comece para ela.


Sinopse

É, portanto um livro com temas que nos levam a pensar, que vão desde a relação com o pai, à relação amo-criado, e por sua vez, à relação colonizador-colonizado. Dei por mim a pensar se a cena da violação não poderia ser uma metáfora para este último ponto. Se já leram o livro, deixem-me saber a vossa opinião.
Por acaso, achei a narrativa bastante apelativa, pois conseguiu obrigar-me a ler devagar para alinhavar o enredo - ou enredos -, e saborear cada linha, por mais mórbida que seja. A certo ponto lembrou-me Toni Morrison, pela capacidade de usar imagens tão poéticas em situações que mexem com o leitor.
Não senti que adorasse tanto "O Coração Desta Terra" como adorei "Beloved", mas gostei muito do livro e fiquei com vontade de conhecer a restante obra do autor.

E vocês, já o leram? Gostaram?
Boas leituras!
 
 

terça-feira, 11 de abril de 2017

Hoje o carteiro tocou à porta...



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E trouxe a minha próxima leitura, a versão final de um projecto que pude conhecer durante os seus "primeiros passos" e pelo qual sinto imensa curiosidade. 
Posto isto, só tenho de agradecer à Carla M. Soares por esta oportunidade e pela surpresa que tive - porque não é todos os dias que pulamos ao ler o nosso nome na página de agradecimentos de um romance...

Boas leituras!


Divulgação | Novidades 11x17 já disponíveis

Género: Literatura / História| Formato: 11 x 17 cm capa mole | N.o de páginas: 272| Data de lançamento: 7 de abril de 2017 | PVP: € 7,00 | ISBN: 978-972-25-3361-4

«Neste segundo tomo da História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal, Alexandre Herculano prossegue a sua análise das negociações entre a corte portuguesa de D. João III e o papado de Roma com vista à instituição dos tribunais do Santo Ofício em Portugal, descrevendo-nos os jogos de poder e as manobras políticas nem sempre muito claras e transparentes levadas a cabo quer pelos agentes diplomáticos de Roma, quer pelos do rei.
Uma importante análise que trata do aparecimento do sistema inquisitorial, na Europa e entre nós, acompanha a situação dos judeus em Portugal e observa as relações que se estabelecem entre a Inquisição e o poder político, especialmente durante os séculos XV e XVI, nomeadamente durante o reinado de D. João III..»



Género: Literatura / Thriller| Formato: 11 x 17 cm capa mole | N.o de páginas: 360| Data de lançamento: 7 de abril de 2017 | PVP: € 9,00 | ISBN: 978-972-25-3360-7

«Quando o marido de Laurie é assassinado, o pequeno Timmy, de três anos, é o único a ver o rosto do assassino do seu pai. Passados cinco anos, aqueles olhos azuis penetrantes ainda o perseguem nos seus sonhos. Laurie é perseguida por mais do que isso: a ameaça que o assassino fez ao seu filho quando o menino fugiu: «Diz à tua mãe que a seguir é ela é a próxima, e depois és tu...».
Agora Laurie tem de enfrentar novamente um homicídio, desta feita na qualidade de produtora de um programa televisivo sobre crimes reais. A série vai abrir com o caso de Betsy Powell, por resolver há vinte e um anos. Betsy, uma socialite, foi encontrada asfixiada na sua cama na sequência da festa de finalista da sua filha e três colegas. O caso tinha sido notícia por todo o país. Laurie reabre agora o caso com a cooperação dos convidados presentes nessa noite. Mas quando os colegas começam as filmagens, torna-se evidente que cada um deles tem os seus segredos... pequenos e grandes.
E há também um par de olhos azuis a observar o desenrolar dos acontecimentos...»

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Género: Literatura / Romance | Formato: 15 x 23,5 cm | N.o de páginas: 368| Data de lançamento: 7 de abril de 2017 | PVP: € 17,70 | ISBN: 978-989-722-358-7

Bruno Vieira Amaral recebeu todos os prémios literários de prestígio em Portugal: o Prémio Saramago 2015, o Prémio Pen para Narrativa 2013, o Prémio Fernando Namora 2013 e o Prémio Time Out para Livro do Ano 2013.

Partindo de acontecimentos reais, «Hoje Estarás Comigo no Paraíso» faz a investigação literária do homicídio do primo João Jorge, e usa essa mesma investigação para reconstruir e recuperar memórias pessoais e familiares.

«Para mim, João Jorge nasceu na noite em que o mataram, nas hortas a caminho da Vila Chã. A minha avó materna dizia que, naquela madrugada, ouviu gritos perto do cemitério e, mesmo antes de ter ido à varanda, curiosa e apavorada e sem acender a luz, soube logo que acontecera uma grande desgraça. Até ao fim da vida, quando falava de João Jorge, repetia os passos daquela madrugada distante, ia até à varanda, apontava para o lugar onde antigamente ficavam as hortas e dizia que naquela noite amarga, enquanto lavava a loiça, ouvira uns gritos assustadores, como se estivessem a matar porcos. No dia seguinte – e disto lembro-me perfeitamente – carregada com os sacos de compras, ofegantes e muito vermelha, nem esperou para entrar em casa: «Mataram aquele teu primo, o João Jorge», disse.», é o primeiro parágrafo do mais recente romance de Bruno Vieira Amaral.

Inspirado por autores como Nelson Rodrigues, W.G. Sebald e Mario Vargas Llosa, entre outros, Bruno Vieira Amaral publicou em 2014 o romance «As Primeiras Coisas», que lhe valeu a distinção dos mais importantes prémios literários e a aclamação da crítica e leitores.

Sobre o autor:
Bruno Vieira Amaral estudou História Contemporânea e é crítico literário, ensaísta e romancista. O seu primeiro romance, «As Primeiras Coisas», foi distinguido com variadíssimos prémios e mereceu, em 2016, a nomeação de Uma das Dez Novas Vozes da Europa (Ten New Voices from Europe), escolhidas pelos jurados da plataforma Literature Across Frontiers.



Género: Literatura / Romance | Tradução: Antonio Sabler | Formato: 15 x 23,5 cm | N.o de páginas: 376 | Data de lançamento: 17 de março de 2017 | PVP: €18,80 | ISBN: 978-989-722-319-8

Sinopse:
A 25 de fevereiro de 1980, o linguista, filósofo e crítico literário Roland Barthes, figura de proa do estruturalismo, é atropelado por um veículo de transporte de uma lavandaria, quando saía da casa de Mitterrand – morrerá um mês depois na sequência desse acidente. E se não tivesse sido um acidente – e, antes, um homicídio? A hipótese é investigada pelo comissário Jacques Bayard, com a ajuda de Simon Herzog, um professor de Semiologia, ciência a que Barthes devotou parte da sua vida.
O inquérito – muitas vezes rocambolesco, cómico e à beira do absurdo – leva Bayard a cruzar-se com os mandarins do meio intelectual da época, de Michel Foucault a Julia Kristeva, de Jacques Derrida a Bernard-Henri Lévy e Umberto Eco, de Philippe Sollers a Lacan ou Althusser. E também políticos (como Mitterrand, cuja eleição está para breve), gente do cinema (como Antonioni ou Monica Vitti), espiões, sociedades secretas, a mafia italiana e as Brigadas Vermelhas, ou universidades um pouco por todo o mundo.
No centro da investigação está um documento desaparecido (que estaria na posse de Roland Barthes) sobre a «sétima função da linguagem», a derradeira descoberta de Roman Jakobson – um instrumento que concederia poderes extraordinários a quem o conhecesse.
Um livro em que nada se perde, da primeira à última página.

Sobre o autor:
Laurent Binet nasceu em Paris, em 1972. É jornalista e romancista, além de professor de Ciência Política e músico (foi vocalista e guitarrista na banda de rock Stalingrad). Autor de HHhH, (2010), que lhe valeu o Goncourt para primeiro romance, escreveu também livros sobre educação (La Vie Professionelle de Laurent B., 2004) ou política (Rien ne se Passe Comme Prevu), sobre a eleição presidencial de François Hollande, 2012; ou Qu’Est-ce Que La Gauche?, em coautoria, 2017). A Sétima Função da Linguagem foi distinguido com os prémios Interallié e FNAC.


Género: Literatura / Romance | Tradução: Ana Matoso | Formato: 15 x 23,5 cm | N.o de páginas: 232 | Data de lançamento: 7 de abril de 2017 | PVP: €16,60| ISBN: 978-989-722-328-0

Sinopse:
Uma mulher chega a Atenas, no pico do verão, para lecionar um curso de escrita. Aí chegada, torna-se a audiência de uma cadeia de narrativas, à medida que as pessoas que vai encontrando lhe contam, à vez, a história das suas vidas.
Começando com o vizinho do lado, no avião, durante o voo de ida – com as suas histórias de barcos desportivos e casamentos falhados –, os narradores falam dos seus amores, ambições, sofrimentos e perceção da vida do dia a dia. Com o calor abrasador e os ruídos da cidade em pano de fundo, a sequência de vozes vai tecendo uma complexa tapeçaria humana: a experiência da perda, a natureza da vida familiar, o difícil que é a intimidade.
Primeiro volume de uma trilogia em que Rachel Cusk usa este novo artifício narrativo na sua obra: depois da sobre-exposição do eu nos livros anteriores, aqui, a figura de Faye esbate-se até à quase invisibilidade, a um contorno, transformando-se no veículo do que os outros dizem.

Sobre a autora:
Rachel Cusk nasceu em 1967 e é autora de nove romances. Foi galardoada com o prémio Whitbread para primeiro romance, com o prémio Somerset Maugham e foi várias vezes finalista de outros tantos, como o Whitbread e o Orange. Em 2003 foi escolhida pela Granta como uma das melhores jovens romancistas.


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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Divulgação | Novidades Guerra e Paz já disponíveis

Dois Povos Ibéricos
Fèlix Cucurull
15x23
208 páginas
15,50 €
Não Ficção/História
Nas livrarias a 5 de Abril
Guerra e Paz Editores 

 As relações culturais luso-catalãs estão em destaque no ensaio Dois Povos Ibéricos. A obra de Fèlix Cucurll é agora editada pela Guerra e Paz, seguindo a versão portuguesa de 1975, que inclui o texto «Anotações sobre Portugal», uma deliciosa análise sobre a portugalidade. Está disponível em todas as livrarias a partir de 5 de Abril.
Em Dois Povos Ibéricos, Fèlix Cucurull, resistente antifranquista e defensor da cultura da Catalunha, explora as relações intelectuais entre portugueses e catalães, dando destaque ao que une e separa as duas regiões, numa perspectiva que convida à reflexão em torno das identidades regionais e nacionais.
Comparando a saudade portuguesa à enyorança catalã, o autor explora também o conceito de sebastianismo, observa as relações de autores catalães – como Joan Maragall, Ribera i Rovira, Julio Navarro y Monzó e Cervantes – com Portugal, analisa a poética de Teixeira de Pascoais e a versão catalã de Os Lusíadas. Ficam perguntas no ar. Sem a revolta da Catalunha, teria Portugal conseguido reconquistar a independência?
Dois Povos Ibéricos, de Fèlix Cucurull foi editado pela primeira vez há 50 anos na versão catalã, tendo sido distinguido com o prestigiado Prémio Josep Yxart.

Sombras e Falésias
Dinu Flamand
16,5x20
96 páginas
14,00 €
Ficção/Poesia
Nas livrarias a 5 de Abril
Guerra e Paz Editores
 
O poeta Dinu Flamand vai ser editado em Portugal: a Guerra e Paz publicará em Abril o seu novo livro, Sombras e Falésias, com tradução de Corneliu Popa. A obra, recomendada e sugerida por António Lobo Antunes, que escreve o prefácio, chega às livrarias a 5 de Abril. A sessão de lançamento está agendada para 6 de Abril, com presença do autor, de António Lobo Antunes e da professora Helena Carvalhão Buescu, às 18h30, na Bertrand Picoas, Plaza, em Lisboa.

«Isto é Grande Poesia, sem uma baixa, uma falha, um tropeço. Um livro em torno da morte da mãe, com um pudor e uma contenção admiráveis. Um Requiem majestoso», afirma no prefácio António Lobo Antunes, amigo de longa data deste autor romeno, que recebeu o mais prestigiado prémio literário do seu país, o Prémio Nacional Mihai Eminescu.
Dinu Flamand tem publicada uma extensa obra na Roménia, sobretudo poesia, mas também crítica literária. Os seus poemas estão traduzidos em diversos países, de Espanha, França, Itália ao México. Sombras e Falésias acaba de ser publicado na Alemanha e teve edições em Espanha e no México.
Além de poeta, Dinu Flamand é também ensaísta, jornalista, tradutor e comentador da actualidade política na imprensa romena e internacional. Amante incansável da literatura de língua portuguesa, traduziu autores como Fernando Pessoa, Herberto Helder, António Lobo Antunes, Carlos Drummond de Andrade e Vinicius de Moraes, entre outros. Dinu Flamand traduziu igualmente obras literárias de língua francesa, espanhola, italiana e portuguesa, tendo o seu trabalho sido reconhecido com diversos prémios literários.
Em português, o seu livro Haverá Vida antes da Morte? foi publicado, em 2007, pela Quasi Edições.

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