quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Divulgação | Novidades Pergaminho disponíveis a 11 de Novembro

Género: Espiritualidade / Autoajuda
Tradutor: Marta Dias 
Formato: 15 x 23,5 cm
N.o de páginas: 128
Data de lançamento: 11 de novembro de 2016 
ISBN: 978-989-687-344-8

«Mesmo que nunca tenha meditado, pode começar, no meio de crises e doenças, a estabilizar-se, a curar-se e a permitir que o seu espírito se tranquilize. O silêncio que encontrará em si próprio é o grande curador. Comece – não há melhor momento do que agora!», recomenda Kerstin Leppert, autora do livro Mindfulness em 15 minutos.
Kerstin Leppert é mestre de ioga e autora de diversos livros sobre os benefícios terapêuticos desta prática, e com este livro apresenta um guia prático de meditação para os problemas do dia-a-dia. São várias as meditações propostas e adequadas às mais diversas situações:
- Meditações para problemas e doenças físicas, como por exemplo, exaustão, tensão alta e dores, entre outros;
- Meditações para problemas psíquicos, como por exemplo, solidão e inquietude, dependência de drogas e de álcool, entre outros;
- Meditações para crises profissionais, como por exemplo, fadiga mental, falta de espírito de equipa, entre outros;
- Meditações para problemas nos relacionamentos, como por exemplo, raiva e zanga interior, afastamento, coração partido, entre outros;
- Meditações para crises existenciais, como por exemplo, desespero absoluto, entre outros.
Um guia ilustrado que permitirá aos leitores realizar pequenas meditações a fim de estabilizar o seu espírito.

Sinopse: 
Apesar de a meditação, o ioga e o mindfulness estarem bastante em voga, há ainda muitas conceções erradas acerca destas práticas. A maioria delas podem ser resumidas numa só frase: meditar faz bem, mas não é muito difícil?
Nada podia estar mais longe da verdade. Para meditar, não precisa de um dojo, um estúdio de ioga ou de ler centenas de páginas sobre a arte do mindfulness. Bastam-lhe duas coisas que estão sempre ao seu alcance: a respiração e a atenção. Para atingir um estado de mindfulness, começar a meditar e libertar-se de preocupações e ansiedades, não é preciso mesmo mais nada.
Este livro apresenta variadíssimos exercícios práticos de meditação, com base no kundalini e no hatha ioga, explicados passo a passo, que podem ser executados em 15 minutos e com efeitos comprovados para solucionar os mais diversos problemas do quotidiano, desde alergias e problemas de tensão a stresse, fobias, desmotivação profissional ou conflitos emocionais.


Género: Psicologia / Autoajuda
Tradutor: Marta Elias 
Formato: 15 x 23,5 cm
N.o de páginas: 376
Data de lançamento: 11 de novembro de 2016 
ISBN: 978-989-687-382-0

É possível aprender a lidar com a preocupação de forma a que esta não controle a nossa vida e não nos deixe tensos ou ansiosos. Como Viver Sem Ansiedade, do Dr. Lee Kannis-Daymand e da Dra Janet D. Carter, ajuda a desenvolver a capacidade de controlo sobre a preocupação e a ansiedade de diferentes modos, fazendo com que elas tenham menos impacto na pessoa que a vive. Este livro tem por base abordagens cognitivo-comportamentais contemporâneas e tradicionais comprovadas, que se mostraram muito eficazes no tratamento dos problemas de ansiedade e preocupação.
Como Viver Sem Ansiedade apresenta o método passo a passo para ultrapassar a ansiedade e a preocupação, uma abordagem assente em cinco etapas, baseada nas técnicas da terapia cognitivo-comportamental:

1. Apoio;

2. Ataque;

3. Evasão;

4. Prática;

5. Progresso.

A maior parte dos capítulos tem fichas de exercícios, concebidas para ajudar a praticar o uso das técnicas que são apresentadas neste livro.

Autores: 
O Dr. Lee Kannis-Dymand é psicólogo clínico, pós-graduado em Terapia Cognitiva e com uma prática especializada no tratamento da ansiedade e do trauma. Leciona Psicologia Clínica na Universidade Sunshine Coast, na Austrália.
A Dra Janet D. Carter leciona Psicoterapia Clínica na Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia.

Mais informação

"Os Filhos dos Nazis", Tania Crasnianski

Em "Os Filhos dos Nazis" Tania Crasnianski, ela própria neta de um oficial da Força Aérea Alemã durante o III Reich, procura compreender como é que os filhos de alguns dos homens mais importantes do regime vêm o pai. Será que se sentem eles próprios culpados dos crimes dos pais? Como será saber que o pai que tanto adoram foi responsável pela morte de milhares? E quais as implicações de ter o seu apelido?
Neste documento temos então acesso  à história de oito famílias de oito personalidades do III Reich. Percebemos como foi a ascensão de cada pai dentro do Partido Nazi, as suas relações familiares, e como eles - e as suas acções pelo regime - são recordados pelos filhos.

Esta é uma temática que me deixa curiosa e li este livro com muito gosto. É que, vejamos, aqui fala-se sobre pessoas com um ambição sem limites, mas também que de alguma forma queriam recuperar a Alemanha - se me permitem, "torná-la grande outra vez"... - que tanta humilhação sofreu com a derrota na I Guerra Mundial. Alguns dos dirigentes apoiaram Adolf Hitler logo no início da carreira política, e, querendo ou não, eram homens de família.
Adorei perceber como foram as vidas das mulheres e dos filhos, que viram a sua situação social alterada num movimento de ascensão e queda consonante com o regime, pelo que algumas chegaram a vivenciar a miséria depois dos julgamentos de Nuremberga. 
Das oito famílias exploradas no livro há esposas muito amadas, e outras postas de lado a favor do regime, e vivem na opulência, como os Goring, já que Hermann é um ávido coleccionador, ou os Frank, onde a própria esposa de Hans Frank, governador-geral da Polónia, adquire tantos bens no gueto judeu - bairro esse organizados pelo próprio marido. Para os filhos, a figura do pai é alterada conforme a personalidade ou a vida familiar. Há filhos que lembram pais carinhosos e heróicos, e outros que recordam uma figura fria. Alguns continuaram a seguir a ideologia nazi e a apoiar movimentos de ideologia nazi, enquanto há netos e sobrinhos-netos a abraçar o judaísmo ou a esterilização numa reviravolta destinada a parar aquela "herança". O certo é que ao lermos estes relatos percebemos que estes dirigentes, mesmo que assinassem ordens de execução de crianças judias, podiam ser carinhosos para os próprios filhos. Poderá ser o ser humano tão dual, ou estavam realmente "apenas" a seguir ordens? Teriam prazer em exterminar comunidades inteiras ou, no fundo, não planeariam "apenas" um futuro feliz para os seus filhos numa Alemanha "Ariana"? 
Por exemplo, Heinrich Himmler, um homem-chave do regime, responsável pelas SS e pela implementação de campos de concentração, é o orgulho da filha, Gudrun, a sua bonequinha. Wolf  Rudinger Hess acha que o pai é um mártir. Dedicou a vida a defender Rudolf Hess, secretário do Fuher e condenado a pena perpétua, que acredita ter sido assassinado na prisão. Por sua vez, Martin Adolf Bormann, filho de Martin Bormann, outro homem de confiança de Hitler, afastou-se da ideologia do pai ao ponto de se aproximar da Igreja Católica, e Niklas Frank não teme em afirmar que odeia o pai pelas suas acções. Uns amam o apelido e sentem que lhes abre portas. Outros rejeitam-no, como Brigitte, filha do comandante de Auschwitz, Rudolf Hoss, que preferiu esconder a sua identidade e nem aos netos contar quem são, apesar de reconhecer que teve um pai exemplar.
Por acaso, de todos os capítulos, de entre os quais consta um dedicado a Rolf, filho do Josef Mengele - o infame médico de Birkenau, que levou a cabo experiências em "pacientes" sem qualquer anestésico -, o que mais me chocou  abordou a vida dos filhos de Rudolf Hoss. Essas crianças viveram felizes numa quinta perto do campo de extermínio comandado pelo pai, onde executava a ordem para levar a cabo a "Solução Final". Como é possível ter uma experiência tão idílica ao lado do pesadelo de tantos? Brincar num jardim enquanto mesmo ao lado os fornos queimavam cadáveres de seres que consideravam sub-humanos? Para mim este foi o exemplo perfeito do que significou ser familiar se um nazi... 

O estilo do livro é quase jornalístico e permite ao leitor tirar as suas próprias conclusões. Foi uma boa forma de perceber como será carregar a herança de um antepassado que conseguiu compactuar com uma ideologia tão extrema como aquela, mas também compreender que era apenas humano. E isso pode ser bem mais assustador. 
Costumo comentar que nunca é de mais relembrar as acções do III Reich, e cada vez mais se torna pertinente manter à tona os horrores do extremismo. Recomendo-o.

Sinopse
 Já conhecem este livro? Qual é a vossa opinião?

Nota: O meu exemplar foi cedido pela editora Guerra e Paz para opinião, a que mais uma vez agradeço.

 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Parabéns a nós!!!




Hoje é dia de celebração por este cantinho!
O Voyage comemora cinco anos!

Com interregnos incluídos e apoios concedidos tem proporcionado uma boa viagem. Nestes anos aprendi a criar novos conteúdos e a estar mais presente na blogosfera - é tão bom trocar impressões sobre livros, não é?
Além disso, reparo cada vez mais como mudou a minha forma de experienciar a leitura. Acho que me tornei uma leitora mais atenta e dei por mim a apreciar ler géneros diferentes do que me era habitual. Espero que nos próximos anos mantenha esta vontade de arriscar a  leitura de novos autores, e que o Voyage se mantenha no rumo certo.
Aproveito para agradecer à Bizâncio, à Guerra e Paz e à Betrand Editora, que me proporcionaram a oportunidade de novas e boas leituras durante os últimos meses, e, claro, agradeço a vocês, visitantes habituais, que tanto gosto me dão pelos vossos comentários.
Deixo também um agradecimento especial a duas pessoas especiais que tanto apoio dão a este espaço, a Spi do Delícias à Lareira, parceira infalível neste meio, e o meu fiancé, um ás a remodelar a imagem do cantinho e aturar aqui esta viajante.
Obrigada a todos!



E entretanto, boas leituras! 
 

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Divulgação | Novidades Guerra e Paz disponíveis a 9 de Novembro

E onde é que está o amor?
Ana Zanatti
13,5x18
136 páginas
9,00 €
Nas livrarias a 9 de Novembro
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC
 
«E onde é que está o amor?» marca o regresso de Ana Zanatti ao romance adulto, depois do sucesso de «Agradece o Beijo». Agora, depois de ter também lançado, com grande êxito, «Sexo Inútil», um livro de crónicas corajosas e frontais sobre o silêncio que rodeia as pessoas cuja identidade e autenticidade sexual é negada, mais se justifica a reedição deste romance intenso, que lida com a intimidade e o afecto. Ana Zanatti fecha seis mulheres e três homens numa sala, de olhos nos olhos e sem rede, levando-os a confessar o que até ali pensavam ser inconfessável. Casamentos falhados, amores que não se cumprem, ciúme, traição, medo, erotismo, solidão, de tudo se fala nessa tarde, num encontro transformador do qual ninguém sai como entrou.
«E onde é que está o amor?» integra agora o Clube do Livro SIC e oferece aos leitores histórias de vidas de portugueses, que podiam ser as nossas, histórias actuais, vividas por personagens que podiam morar em nossa casa ou na casa ao lado. São assim as nove personagens do romance de Ana Zanatti. Nelas e no drama que cada uma delas vive, o leitor vai encontrar um espelho, às vezes incómodo, às vezes redentor, da sua própria vida. Será que o leitor vai sair desta leitura como entrou?

BIOGRAFIA DA AUTORA
Ana Zanatti. Nasceu em Lisboa, em 1949. Estudou na Faculdade de Letras e cursou Teatro no Conservatório Nacional. Conta com 45 anos de actividade como actriz de teatro, cinema e televisão, apresentadora de televisão e locutora de rádio, tendo o seu trabalho sido diversas vezes premiado. É também autora de séries e programas televisivos, tradutora e adaptadora de peças teatrais, autora de canções e de crónicas em jornais e revistas, tendo escrito ainda contos e poemas publicados em diversas colectâneas e revistas literárias. É autora dos romances Os Sinais do Medo (Dom Quixote, 2003) e Agradece o Beijo (Dom Quixote, 2005). Os contos infantis O Segredo da Romã, O Planeta Adormecido e A Grande Travessia (2006, 2007 e 2008, Dom Quixote), da trilogia O Povo Luz e os Homens Sombra, e Teodorico e as Mães Cegonhas (Objectiva, 2011) são também da sua autoria. O Sexo Inútil (Sextante, 2016) é a sua obra mais recente.

Lídia Jorge: A Literatura é o Prolongamento da Infância
Diálogo com José Jorge Letria
15x20
168 páginas
13,99 €
Não Ficção/Biografia
Nas livrarias a 9 de Novembro
Guerra e Paz Editores | o fio da memória

SINOPSE 
Lídia Jorge é «uma cronista do tempo que passa, mas uma cronista que não dispensa a alucinação e a fantasia», como a própria se define. Não esquece a vida livre – mas dura – do Algarve rural em que nasceu, em 1946, nem os actos de violência que presenciou em África, nos últimos anos da Ditadura, experiências marcantes que transpôs para a literatura. Romancista e contista, Lídia Jorge aventurou-se ainda pelo ensaio, o teatro e a literatura infantil. Numa conversa intimista, a escritora fala do seu percurso, da infância longe do pai e do avô, que partiram para África quando tinha três anos, dos professores marcantes na Universidade de Lisboa – Lindley Cintra, David Mourão-Ferreira e o padre Manuel Antunes, entre outros – e, sobretudo, da grande paixão pelos livros e da luta por criar, através da escrita e pelas suas próprias mãos, alguma coisa que acrescente beleza ao mundo.

BIOGRAFIA
Lídia Jorge. Sempre soube que queria escrever. Natural de Boliqueime, no Algarve, viveu rodeada de livros na infância. Estudou Filologia Românica na Universidade de Lisboa, mas recusou o convite para ser assistente da faculdade: não queria analisar obras, queria escrevê-las. Demoraria dez anos a realizar o sonho, com a publicação de O Dia dos Prodígios, em 1980, o seu aclamado romance de estreia. Antes esteve em África. Testemunhou os últimos cinco anos da Guerra Colonial, em Angola e Moçambique, experiência traumática que depois transpôs para a ficção. Foi professora do ensino secundário e deu aulas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mas é com os seus livros, traduzidos em várias línguas e alvo de inúmeras distinções, que marca a história da literatura portuguesa.

Mais informação

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Divulgação | Novidades Bertrand disponíveis a 4 de Novembro

Género: Literatura / Thriller
Tradução: Miguel Freitas 
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 512
Data de lançamento: 04 de novembro de 2016 
PVP: € 18,80 
ISBN: 978-972-25-3211-2

Suspense, surpresa, mistério e muita ação em cada página folheada. Um final explosivo para o terceiro e último livro da trilogia Sanguinistas, de James Rollins e Rebecca Cantrell.
Nas palavras do jornalista Mark Rubinstein, do Huffignton Post: «O passado e o presente encontram-se em Sangue Infernal. Trata-se de um romance gótico, que envolve um mistério sobrenatural e uma profecia apocalíptica. Uma vaga de homicídios macabros varre a Terra e Erin Granger tem de decifrar a verdade por detrás da profecia imortal descoberta no primeiro livro desta série, Evangelho de Sangue. Mais uma vez, a ciência, o mito, a história e a religião voltam a juntar-se neste volume final, numa demanda cheia de adrenalina em busca da salvação da humanidade.»
Numa obra-prima de mistério sobrenatural e profecias apocalípticas, James Rollins e Rebecca Cantrell, ambos autores best-sellers do New York Times, concluem a sua extraordinária trilogia, que decorre entre os mundos da sombra e da luz, da salvação e da danação...

Sinopse: 
Enquanto uma escalada de homicídios assola o globo, a arqueóloga Erin Granger tem de decifrar a verdade por detrás de uma profecia imortal narrada no Evangelho de Sangue, um livro escrito por Jesus Cristo que esteve perdido durante séculos. Na iminência do Apocalipse, Erin tem novamente de unir esforços a Jordan Stone, sargento do exército, e ao padre Rhun Korza. Juntos irão procurar um tesouro perdido há milénios. A demanda pela chave da salvação leva-os a atravessar o globo e os séculos, desde as prateleiras empoeiradas dos arquivos secretos do Vaticano até laboratórios medievais perdidos, onde alquimias antigas eram usadas com fins tenebrosos. Durante todo este tempo, são perseguidos por criaturas de uma astúcia e um talento insólitos.
À medida que as pistas vão sendo desenterradas de capelas subterrâneas e cavernas de gelo, Erin vai-se apercebendo de que a única hipótese de serem bem-sucedidos reside num ato impensável: confrontar o próprio Lúcifer.
Com O Evangelho de Sangue, o primeiro livro da série, os autores unira, a ciência, o mito e a religião, para nos apresentarem um mundo em que os milagres ganham novo significado e a luta entre o bem e o mal é bem mais complicada do que alguma vez poderíamos imaginar. Agora, nesta brilhante conclusão da série, somos conduzidos ao próprio Inferno e obrigados a enfrentar os nossos piores medos e a derradeira questão: qual é o preço que pagaríamos pela salvação?


Género: Literatura / Romance 
Tradução: Paulo Barata 
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 344
Data de lançamento: 4 de novembro de 2016 
PVP: € 16,60 
ISBN: 978-972-25-3212-9

Chega amanhã às livrarias portuguesas o mais recente livro de Steven Saylor, «A Ira das Fúrias», uma prequela da série «Roma Sub Rosa». Neste novo título, o autor desafia os leitores a acompanhar o ainda jovem Gordiano, o Descobridor, numa aventura passada num autêntico cenário bélico, em 88 a.C.
Em «A Ira das Fúrias», o protagonista Gordiano, o Descobridor, encontra-se numa perigosa teia enquanto todo o mundo parece estar em guerra: o Ocidente depara-se com uma rebelião contra Roma e o Oriente assiste à conquista de províncias asiáticas romanas.
Neste panorama, Gordiano tece um plano para ajudar Antípatro e para decifrar um mistério oculto deixado por este seu amigo de longa data.
À semelhança dos seus restantes livros, também neste Steven Saylor deixa transparecer o seu fascínio pela Antiguidade Clássica e pelo Império Romano que determinou o caminho civilizacional que hoje se conhece e ainda se percorre. Ao longo da sua obra, o autor assume o papel de contador de histórias, cruzando esta capacidade de recriar momentos históricos com uma enorme minúcia com a competência de criação de personagens e ambientes altamente convincentes, o que resulta em narrativas ricas em pormenores e História. 
Segundo o USA Today, “(...) Este pode muito bem ser o melhor livro de Saylor, um livro que revela simpatia por todos, ao mesmo tempo que nos convida a refletir acerca da capacidade aparentemente ilimitada do ser humano para fazer coisas horríveis”.
Imprensa Internacional:
«As características de marca de Saylor são a meticulosa recriação das animações das ruas de Roma e um leque brilhante de personagens.” The Sunday Times

«Um excelente contador de histórias, com um extraordinário talento para a reconstrução histórica.» Times Literary Supplement

Sinopse: 
No ano de 88 a.C., o mundo inteiro parece estar em guerra. No Ocidente, os estados italianos rebelam-se contra Roma; no Oriente, Mitrídates marcha, conquistando as províncias asiáticas romanas. Até mesmo em Alexandria, que continua relativamente calma, um golpe de estado levou ao poder um novo faraó, instalando o caos nas ruas.
O jovem Gordiano espera, com Bethesda, o fim do caos em Alexandria, mas recebe uma mensagem cifrada do seu antigo tutor e amigo, Antípatro. Agora em Éfeso, como membro da comitiva de Mitrídates, Antípatro está convencido de que a sua vida se encontra em perigo iminente. Para o salvar, Gordiano concebe um esquema ousado e astuto para se pôr «atrás das fileiras dos inimigos» e deixar Antípatro em segurança – porém, poderosas forças mortais têm os seus próprios planos para Gordiano. Não sabendo bem se ele próprio é um decisor ou um peão, o jovem terá de desvendar o mistério oculto na mensagem para se poder salvar a si e à pessoa que lhe é mais querida.

Autor: 
Steven Saylor sempre se deixou fascinar pela Antiguidade Clássica. Este fascínio, diz o próprio, começou com os grandes épicos do cinema que povoaram a sua infância (Cleópatra, Espartacus, Ben-Hur) e consolidou-se com a sua licenciatura em História pela Universidade do Texas, passando pelas suas participações no canal História como perito em política e cultura romanas. Para os leitores, os títulos que publicou na série «Roma Sub Rosa» são o melhor fruto do fascínio de Saylor por um império que começou a desbravar o caminho civilizacional que ainda hoje percorremos.


Género: História
Formato: 15 x 23,5 cm, com capa dura
N.º de páginas: 648
Data de lançamento: 4 de novembro de 2016
PVP: € 28,80
ISBN: 978-972-25-3294-5

«S.P.Q.R.» (“o Senado e Povo de Roma”) narra a ascensão inédita de uma pequena aldeia no centro da Itália, a capital de uma civilização que, 2000 anos depois, ainda molda muitas das nossas conceções de poder, cidadania, responsabilidade e beleza.
Questiona a forma como pensamos os romanos e explora o modo como os romanos se viam a si mesmos.
«Roma Antiga é importante. Ignorar os romanos não é simplesmente virar a cara ao passado distante. Roma ainda ajuda a definir a maneira como compreendemos o nosso mundo e como pensamos acerca de nós mesmos, desde as maiores teorias até às mais baixas comédias. Após 2000 anos, continua a escorar a cultura e a política ocidentais, o que escrevemos e como vemos o mundo e o lugar que nele ocupamos».
«S.P.Q.R. – Uma História de Roma» foi considerado o livro do ano de 2016 pelo Wall Street Journal e pela Economist.

Sinopse:
Roma Antiga era uma cidade imponente até para os padrões modernos, uma metrópole imperial com mais de um milhão de habitantes, uma mistura de luxo e de lixo, de liberdade e de escravatura, de respeito e guerra civil. Foi o centro de poder de um império que se estendia da Península Ibérica à Síria.
S.P.Q.R. («o Senado e Povo de Roma») narra a ascensão inédita de uma pequena aldeia no centro da Itália, a capital de uma civilização que, dois mil anos depois, ainda molda muitas das nossas conceções de poder, cidadania, responsabilidade e beleza. Questiona a forma como pensamos os romanos e explora o modo como os romanos se viam a si mesmos: como lidavam com o terrorismo e com a revolução, como encaravam as migrações e a mobilidade social e como inventaram um novo conceito de cidadania e de nação. É uma história surpreendente, eloquente e incontornável de Roma Antiga.

Autora:
Mary Beard, dona de uma voz única, é uma respeitada e reconhecida classicista, professora na Universidade de Cambridge, membro da Academia Britânica e da Academia Americana das Ciências e das Artes e editora no Times Literary Supplement, onde escreve o blogue A Don’s Life.


Mais informação

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Divulgação | "Hotel Vendôme", Daniel Steel

Género: Literatura / Romance 
Tradução: Luís Santos
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.º de páginas: 336 
Data de lançamento: 4 de novembro de 2016 
ISBN: 978-972-25-3281-5 
Preço: 16,60 €

Sinopse: 
O hotel era velho, estava em mau estado. Mas para Hugues Martin, hoteleiro de origem suíça, ele é um diamante em bruto escondido numa rua sossegada de Nova Iorque. Por isso, junta todas as migalhas que consegue para comprar o edifício e transformá-lo num dos hotéis mais luxuosos do mundo.
Não tarda que o serviço e a discrição do Hotel Vendôme conquistem uma excelente reputação. É o refúgio ideal para os ricos e famosos e o lar perfeito para a família de Hugues, até que a sua jovem esposa o abandona e deixa a filha de quatro anos de ambos ao seu cuidado. Apesar disso, Heloise cresce feliz no meio de celebridades, gente da sociedade, políticos, viajantes internacionais e os inúmeros empregados do hotel, que a adoram.
À medida que os anos passam e surgem desafios inesperados, Hugues e o hotel continuam a ser o centro da vida de Heloise. É seu desejo seguir os passos do pai e um dia vir a gerir o Hotel Vendôme. As lições que ela aprende com ele vão ajudá-la pela vida fora, iluminando uma história inesquecível.
Bem-vindos ao Hotel Vendôme.

Autora: 
É a mais popular das autoras contemporâneas e já entrou no Livro de Recordes do Guinness por ter tido um ou mais livros seus durante 381 semanas consecutivas na lista de best-sellers do New York Times. Em 2002, a autora foi galardoada com a prestigiante Ordre des Arts et des Lettres pelo seu contributo de uma vida para a cultura mundial. 
É ainda fundadora de duas instituições de solidariedade, em memória do seu filho Nick: a Nick Traina Foundation, que apoia doentes do foro psiquiátrico e crianças vítimas de maus-tratos, e a Yo! Angel!, que ajuda os sem-abrigo.
A autora é mãe de nove filhos e vive entre São Francisco e Paris.


Mais informação

Divulgação | "A Morte Usa Uma Máscara de Beleza", Mary Higgins Clark

Género: Literatura / Thriller 
Tradução: Ana Cunha Ribeiro 
Formato: 15 x 23,5 cm 
N.º de páginas: 320 
Data de lançamento: 4 de novembro de 2016 
ISBN: 978-972-25-3127-6
Preço: 16,60 €

Com mais de 150 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Mary Higgins Clark está de regresso com o livro A Morte Usa Uma Máscara de Beleza. Este livro é uma coleção de dez mistérios absolutamente incríveis, todos eles com enredos, estruturas, ambientes, locais e personagens diferentes, mas que irão fazer o leitor ficar rendido às suas histórias.
A Morte Usa Uma Máscara de Beleza é o primeiro dos mistérios e que dá nome a este livro. Este conto começou a ser escrito em 1972 e 40 anos mais tarde a autora decidiu terminá-lo. Entre os contos consta ainda O Passageiro Clandestino, que foi a primeira história que Mary Higgins Clark publicou. Como a própria autora faz questão de explicar: «Este livro representa os meus primeiros anos enquanto escritora, mas espero que não represente ainda o fim.»
Mary Higgins Clark é uma autora solidamente publicada no nosso país, com vários títulos best-sellers na Bertrand Editora.

«Esta coleção ilustra bem a paleta de Clark e o seu talento superlativo como contadora de histórias»  Publishers Weekly

Sinopse: 
Em 1974, Mary Higgins Clark começou a escrever uma novela inspirada no mundo da moda nova-iorquino. Interrompeu-a para escrever o seu primeiro romance, Onde Estão as Crianças?, que a projetou para o sucesso internacional. Quarenta anos mais tarde, a autora regressa a essa novela para a concluir e surpreender todos mais uma vez com o seu talento ímpar como contadora de histórias. Desde o seu primeiro conto publicado a histórias clássicas onde figuram algumas das personagens mais inesquecíveis da autora, A Morte Usa Uma Máscara de Beleza é uma primorosa coleção de contos que nos emociona e nos deixa o coração a bater mais depressa, como é característico da Rainha do Suspense.

Mais informação

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

"O Devorador", Lorenza Ghinelli

Pietro tem 14 anos e síndrome de Asperger e por vezes tal condição arrelia o irmão mais novo, Dario. Apesar de o rapaz mais velho ser inteligente e bom desenhador, está preso no próprio mundo e a comunicação com os outros é limitada. Um dia, Pietro é atacado por dois dos rufias da escola e desenha a cena, observada por uma figura estranha. Desde aí, dão-se desaparecimentos de crianças no mínimo bizarros, e Alice, a educadora dele, sente que o caso lhe lembra algo da infância. Entretanto, acompanhamos também a perspectiva de Denny, um menino de sete anos de há 20 anos atrás que não tinha a vida facilitada nem na casa, nem na escola. Denny refugia-se na imaginação quando sente medo, como ao passar em frente do mais recente quadro pintado pelo pai...
Neste livro, os maus tratos sofridos pelas crianças são um tema recorrente. Tanto Denny como Filippo, que ataca Pietro, são criados por pais violentos, e o primeiro parece de alguma forma habituar-se a contar apenas consigo próprio.
Estas passagens cruéis tocaram-me: são revoltantes. O dito "lar" deveria ser um local de refúgio e carinho, não é assim? 
Por estranho que possa parecer o Homem dos Sonhos não me acicatou como esperava. É claro que o facto de provocar o desaparecimento dos miúdos mexeu comigo, mas a figura não me deu uma pontinha de medo. Esse foi um dos problemas deste livro.
Tinha uma ideia completamente diferente, mas assim que o folheei fui adiando a leitura. O estilo de escrita é composto por frases curtas e simples, e, se por um lado se foca apenas no essencial, e até se torna poética, por outro é demasiado leve. Quando leio gosto de me sentir imersa na atmosfera do livro, e nem senti que tal existia. Nem mesmo as cenas "gore" dos sonhos de Alice me agitaram. Nem sequer nenhum tipo de mistério me impeliu a ler. Aliás, nos primeiros capítulos senti que, a haver mistério, já estava todo desvendado e parti do princípio de que, se afinal já saberíamos aquilo à partida, é porque algo maior aí vinha. Por mim não veio, com muita pena minha.
É que o enredo é bom e tinha tanto potencial! Enquanto lia não conseguia deixar de pensar que se houvesse mais descrição, se houvesse uma atmosfera misteriosa em torno da figura aquele ia ser um livro mesmo do meu agrado. Também fico a pensar se não o deveria ter lido numa época que pedisse livros de rápida leitura - como o Verão - ou depois de ler outro tipo de romances. Uma pessoa habitua-se a estilos consistentes e depois...

Acabei por não me sentir inserida dentro do que era narrado e isso é tão frustrante quando acontece com um livro de que esperava gostar... Porque esta é uma história de fantasia sobre um monstro gerado a partir do ódio de uma criança. No geral, é uma espécie de "conto de fadas" distorcido, sombrio e triste. Gostei desta ideia, mas o resultado para mim foi um pouco fraco.

Sinopse
Já leram o livro? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras